Destaques

3.2.26

O desafio para a segunda volta é ainda mais difícil (7 reforços e uma ajuda extra...)

Não estarei a exagerar se disser que não há, nesta altura, Rioavistas otimistas com o que resta do campeonato. Esse estado de espírito resulta da forma como a equipa (não) joga e da incapacidade do treinador em mostrar 'entendimento' com os jogadores. Claro que a esperança é a última a morrer, mas falta ânimo. Dentro e fora do relvado.

Com a saída de Clayton e de André Luiz, a dupla mais influente de todo o campeonato português, fiquei ainda mais apreensivo.

Vieram 7 jogadores, é certo, mas (falha minha?) não conhecia qualquer deles (Buta, superficialmente). Isso pode não querer dizer nada, mas significa que, pelo menos, a SAD não quis apostar em jogadores de valor indiscutível (e caros?).

O quadro que se segue mostra que houve a preocupação de substituir as posições que saíram, com exceção do ataque, para onde entraram dois pontas de lança (Clayton vale por dois... ou mais). Mas se Bezerra é o substituto de André Luiz, o facto de ter sido suplente no último jogo não me entusiasma. E Ryan é médio ofensivo, quando Bakoulas estava a jogar a 6. 

 

SAI

ENTRA

Guarda redes

Vacas

Ennio

Defesa direito

Moreira

 

Defesa central

Panzo

Mancha

Defesa esquerdo

Nikos

Buta

Médio

Bakoulas

Ryan

Extremo

André Luiz

Bezerra

Avançado

Clayton

Tamble

 

 

Blesa

 Dos 7, quatro (Bezerra, Ryan, Tamble e Blesa) assinaram até 2030, contratos de longa duração, que significam uma aposta do scouting. Mancha, Buta e Ennio vieram emprestados.

Saiu um português e veio um português. 

Aqui fica a lista final, com um reforço que só pode ajudar (a ideia do terço foi retirada de um comentário lido algures na Internet):