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26.11.17

Como um marido traído...

Primeiro. Há muito tempo que não me custava tanto escrever um texto!
Segundo. Como mostram os registos, um ou dois nãos era o máximo em cada votação. Viveu-se ontem um dia insólito (e histórico) no Clube.
Terceiro. Não admito outro cenário que não este: quem votou não, fê-lo colocando os interesses do Clube em primeiro lugar.
Quarto. "Votar sim é votar na SAD" seria o teor da mensagem que andou a circular nos últimos dias (não a recebi, não tenho a certeza).
Quinto. Por princípio, haverá muita gente contra uma possível SAD no Rio Ave, mas eu acho que estou na primeira linha.
Sexto. Votei sim e acho que este sim não é um sim à SAD. Primeiro porque não está no programa eleitoral, segundo porque - em qualquer cenário - ASC já disse que seriam os sócios a decidir. Eu acredito nele.
Sétimo. Se me dissessem há duas semanas que isto ia acontecer eu ter-me-ia rido. Só mostra como sou ingénuo [daí o 'marido traído...', eu, portanto!]. Mas o voto de louvor na AG ficará na (minha) memória durante muito tempo...
Oitavo. Haverá a partir de hoje uma oposição à gestão de ASC? Oposição à hipótese de uma SAD é uma coisa, o resto não entendo.
Nono. Não pude falar com ASC ontem. Não sei o seu estado de espírito. O texto publicado no site deixa entender que não se foi abaixo. Nem faria sentido.