Tarde. Cheguei tarde a Vila do Conde mas cheguei. Muito contente com o empate, felicíssimo pelo direito conquistado a mais uma época de 1ª Liga.
Na noite de sábado no pequeno café alto-minhoto quando toda a gente tinha os olhos colados na TV, eu e o sócio 1652 (ele devidamente apetrechado com o seu pequeno cachecol do Rio Ave) sofríamos desligados do televisor mas completamente absorvidos pelos relatos da Antena 1. (há que colocar um retransmissor da Linear no alto da serra d'Arga, sem falta!) E no final dos jogos éramos nós os adeptos mais contentes aos abraços e aos pulos (os meus contidos que este pé esquerdo ainda não está pra festas!) e caíam sobre nós os olhos de toda a gente.
A semana passada a minha grande preocupação era que o Rio Ave pudesse fazer o mesmo resultado da Académica e ignorei por completo o Feirense. E na verdade, se os da Feira perdessem bastava-nos o empate para garantir a permanência e acabou por ser assim. É um facto novo na nossa História, um acontecimento conquistado com sofrimento, mas que tem um sabor sem par.
Viva o Rio Ave!
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6.5.12
29.4.12
Este é o nosso campeonato
Eu não vi o jogo nem
no estádio nem na TV, só acompanhei o relato pela TSF. E como ainda não vi
resumos nem gravações do jogo, não opino sobre o que se passou em campo.
Quanto ao demais, que significado tem
este ponto? Para começar devia acabar de vez com a frase feita que o Rio Ave e
o Benfica disputam "campeonatos" distintos. Não gosto nada dessa
frase, mas ela enraizou-se e não há forma de algumas pessoas dizerem antes que
as equipas lutam por objectivos diferentes. No final de contas até temos
poderes para retirar campeonatos a uns e dá-los a outros. Já quanto ao nosso
objectivo de ficarmos na 1ª Liga, este ponto não é suficiente para nos
sossegar, mas face à valia do adversário é positivo. O Feirense ficou só a 3
pontos, mas continua atrás de nós e como tal ainda só dependemos daquilo que
formos capazes de fazer. Olhando para o lado positivo dos nossos resultados,
pontuámos nos últimos 3 jogos. Não pedimos a repetição do resultado do ano
passado em Paços, mas que a vitória caía que nem ginjas, lá isso caía.
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Gil
27.4.12
Tendência para inverter!
Jogos contra os 3 grandes:
4 jogos, 4 derrotas, 11 golos sofridos, 3 golos marcados.
Contra o Benfica vamos mudar a história!
4 jogos, 4 derrotas, 11 golos sofridos, 3 golos marcados.
Contra o Benfica vamos mudar a história!
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Gil
9.3.12
Para ajudar ou confundir Brito
Éder e Jeferson estiveram presentes em 4 das 5 vitórias do Rio Ave e Gaspar em 2.
Eis as parelhas das vitórias:
Leiria: Jeferson e Éder
Nacional: Jeferson e Éder
Gil Vicente: Jeferson e Éder
Paços: Jeferson e Gaspar
Olhanense: Éder e Gaspar
Beira-Mar: Vilas Boas e Éder.
Vilas Boas quando foi central ganhou... com Éder. Sendo certo que todas as parelhas (excluo Vilas Boas que foi uma solução de recurso) têm vitórias, a mais vitoriosa é a composta pelos dois centrais brasileiros. Que quer isto dizer? Depende da perspectiva. São apenas números. Brito tem a palavra e nós o que queremos é que escolha bem.
Eis as parelhas das vitórias:
Leiria: Jeferson e Éder
Nacional: Jeferson e Éder
Gil Vicente: Jeferson e Éder
Paços: Jeferson e Gaspar
Olhanense: Éder e Gaspar
Beira-Mar: Vilas Boas e Éder.
Vilas Boas quando foi central ganhou... com Éder. Sendo certo que todas as parelhas (excluo Vilas Boas que foi uma solução de recurso) têm vitórias, a mais vitoriosa é a composta pelos dois centrais brasileiros. Que quer isto dizer? Depende da perspectiva. São apenas números. Brito tem a palavra e nós o que queremos é que escolha bem.
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Gil
5.3.12
Num duelo entre clubes "aquáticos"...
"o Beira-Mar deslocou-se a Vila do Conde onde foi abalroado por quatro golos sem resposta"
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Gil
4.3.12
21ªj - Beira Mar: Mas que grande vitória!
Antes de mais: já olharam para a tabela? Uma loucura! A 4 pontos do 7º e a 4 do 15º!
O jogo: a equipa estava toda retalhada? Bem, na verdade só no centro da defesa com uma dupla inédita. No resto do terreno já sabemos que Brito tem mudado muito, lesões, castigos, opção sua, seja como for, são 19 equipas iniciais distintas em 21 jornadas. Mas se Éder não é habitual primeira escolha e Vilas Boas foi escolha de recurso, foram uma dupla tão eficiente que não se notou. Brilhantes! A equipa funcionou em harmonia quase perfeita, solidária e concretizadora. Se tivesse sido mais eficaz teria sido uma goleada histórica! Estivemos com um nível de aproveitamento apreciável nas bolas paradas, mas em todo o jogo e em todos os parâmetros do jogo o Rio Ave foi sempre muito superior ao Beira Mar. De Aveiro não veio quem fosse capaz de nos contrariar, muito menos fazer tremer. O adversário é fraco? Talvez, mas nesta vitória o mérito é todo do Rio Ave! Só houve um sentido de jogo, só houve uma equipa claramente ofensiva e a procurar a vitória: nós!
Foi importante vencer, voltámos a aumentar a vantagem sobre o 15º lugar e ganhamos moral para os importantes jogos que vêm aí.
Dou 5 a Brito. Vitória sem espinhas por números expressivos, equipa a responder bem a adversidades com os seus atletas e a praticar um futebol finalmente interessante. E gostei de o ouvir na conferência de imprensa a não se colocar em bicos de pés depois de uma vitória gorda.
Chapeau Rio Ave!
O jogo: a equipa estava toda retalhada? Bem, na verdade só no centro da defesa com uma dupla inédita. No resto do terreno já sabemos que Brito tem mudado muito, lesões, castigos, opção sua, seja como for, são 19 equipas iniciais distintas em 21 jornadas. Mas se Éder não é habitual primeira escolha e Vilas Boas foi escolha de recurso, foram uma dupla tão eficiente que não se notou. Brilhantes! A equipa funcionou em harmonia quase perfeita, solidária e concretizadora. Se tivesse sido mais eficaz teria sido uma goleada histórica! Estivemos com um nível de aproveitamento apreciável nas bolas paradas, mas em todo o jogo e em todos os parâmetros do jogo o Rio Ave foi sempre muito superior ao Beira Mar. De Aveiro não veio quem fosse capaz de nos contrariar, muito menos fazer tremer. O adversário é fraco? Talvez, mas nesta vitória o mérito é todo do Rio Ave! Só houve um sentido de jogo, só houve uma equipa claramente ofensiva e a procurar a vitória: nós!
Foi importante vencer, voltámos a aumentar a vantagem sobre o 15º lugar e ganhamos moral para os importantes jogos que vêm aí.
Dou 5 a Brito. Vitória sem espinhas por números expressivos, equipa a responder bem a adversidades com os seus atletas e a praticar um futebol finalmente interessante. E gostei de o ouvir na conferência de imprensa a não se colocar em bicos de pés depois de uma vitória gorda.
Chapeau Rio Ave!
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Gil
22.2.12
André Dias quer pontuar em Alvalade
O jovem deve substituir Tiago Pinto no jogo contra o Sporting. André não quer vir de Alvalade com as mãos vazias e a abanar e afirma que "vamos a Lisboa com a ideia de pontuar". E até deixa a receita: "Temos que nos acompanhar de garra, atitude e sentimento de vitória".
Só falta cumprir dentro do campo.
Só falta cumprir dentro do campo.
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Gil
17.2.12
Vamos à segunda!
Segunda vitória seguida, claro!
A minha arreliadora lesão não me permite ir ao estádio, pelo que já tenho o meu sofá devidamente apetrechado para seguir tranquilamente o jogo pela TV.
Estamos em tempo de Carnaval, mas não é preciso mascararem-se de coisa nenhuma. Basta que joguem aquilo que todos sabemos que são capazes e a vitória será nossa! Não me façam penar, já me basta o pé partido e a tristeza de não ir ao estádio!
A minha arreliadora lesão não me permite ir ao estádio, pelo que já tenho o meu sofá devidamente apetrechado para seguir tranquilamente o jogo pela TV.
Estamos em tempo de Carnaval, mas não é preciso mascararem-se de coisa nenhuma. Basta que joguem aquilo que todos sabemos que são capazes e a vitória será nossa! Não me façam penar, já me basta o pé partido e a tristeza de não ir ao estádio!
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Gil
16.2.12
Carlos Brito quer aliar vitória a boa exibição,
ideia que expressou na conferência de imprensa desta manhã tarde (obg paulo) por entre elogios ao adversário madeirense. O treinador salientou porém que "o importante será sempre ganhar"
e eu concordo plenamente com ele.
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Gil
12.2.12
11.2.12
Uma pergunta
Não é arriscado levar apenas 18 jogadores a Olhão? (uma lesão de última hora, uma indisposição ou duas, podem condicionar as escolhas de Brito. Estando China disponível, não era de o levar? Lesionou-se? Olhão não é Famalicão, não se chega lá em meia hora.)
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Gil
29.1.12
17ª j - Académica: de uma iminente derrota a uma quase quase vitória
Começo pelo fim: na conferência de imprensa ouvi um Carlos Brito tão honesto que merece um prémio. Análise certa ao que foi o jogo (Académica melhor na 1ª parte, nós quase a ganhar na parte final da 2ª) e pela primeira vez uma confissão: o Rio Ave não está mal, está muito mal.
De onde eu estava, via mais de uma vintena de chineses na tribuna. Mas na verdade os representantes da Liga dos Chineses em Portugal na 1ª parte só devem ter gostado de ver a Académica. Os de Coimbra foram mais acutilantes, mais objectivos, mais certeiros no passe e o Rio Ave limitou-se a ver jogar, quando muito a tentar destruir. Curiosamente as melhores oportunidades desse período até foram nossas, mas foram apenas dois curtinhos raios de sol num jogo predominantemente cinzentão. O que se passava? À frente da defesa praticamente só Yazalde se via a jogar, todos os outros pareciam padecer de um perturbador bloqueio mental.
Na segunda parte dá-se um facto curioso: Pedro Emanuel é o primeiro a mexer na equipa, tira Adrien e é nesse instante que a Académica começa a perder o domínio do jogo. Brito responde depois ao trocar o inexistente Braga por Kelvin e as coisas nunca mais foram as mesmas. Nós crescemos com esse "louco acto táctico" do treinador. Foi arriscado? O que se tinha a perder quando o meio-campo nunca esteve verdadeiramente em jogo? A expulsão de um academista ajudou a consolidar a nossa preponderância e no fim ficou a amargura de acharmos que podíamos e deveríamos ter ganho. O jogo não foi só o seu final, mas como as oportunidades aí se sucederam, é impossível não ficar desgostoso com a falta de pontaria.
Dou nota 2 a Brito. Jogámos mal na primeira parte, reagimos na segunda. Terceira substituição ficou por fazer. Jorginho não faria melhor que Vítor Gomes nos 10 minutos finais contra menos um?
A arbitragem pareceu-me ter cometido demasiadas gralhas.
De onde eu estava, via mais de uma vintena de chineses na tribuna. Mas na verdade os representantes da Liga dos Chineses em Portugal na 1ª parte só devem ter gostado de ver a Académica. Os de Coimbra foram mais acutilantes, mais objectivos, mais certeiros no passe e o Rio Ave limitou-se a ver jogar, quando muito a tentar destruir. Curiosamente as melhores oportunidades desse período até foram nossas, mas foram apenas dois curtinhos raios de sol num jogo predominantemente cinzentão. O que se passava? À frente da defesa praticamente só Yazalde se via a jogar, todos os outros pareciam padecer de um perturbador bloqueio mental.
Na segunda parte dá-se um facto curioso: Pedro Emanuel é o primeiro a mexer na equipa, tira Adrien e é nesse instante que a Académica começa a perder o domínio do jogo. Brito responde depois ao trocar o inexistente Braga por Kelvin e as coisas nunca mais foram as mesmas. Nós crescemos com esse "louco acto táctico" do treinador. Foi arriscado? O que se tinha a perder quando o meio-campo nunca esteve verdadeiramente em jogo? A expulsão de um academista ajudou a consolidar a nossa preponderância e no fim ficou a amargura de acharmos que podíamos e deveríamos ter ganho. O jogo não foi só o seu final, mas como as oportunidades aí se sucederam, é impossível não ficar desgostoso com a falta de pontaria.
Dou nota 2 a Brito. Jogámos mal na primeira parte, reagimos na segunda. Terceira substituição ficou por fazer. Jorginho não faria melhor que Vítor Gomes nos 10 minutos finais contra menos um?
A arbitragem pareceu-me ter cometido demasiadas gralhas.
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Gil
Contra a Académica, um a um
Huanderson - 3. Um deslize pelo ar num cruzamento, mas de resto cumpriu.
Tiago Pinto - 2. Procurou dar um contributo positivo, teve dificuldades a defender.
Éder - 2. Não me convence. É duro de rins, lento, compromete demasiadas vezes.
Gaspar - 3. Não brilhou, mas não me lembro de ter comprometido.
Sony - 1. Complicou a defender e não foi mais-valia a atacar.
Wires - 2. Combatitivo.
Vítor Gomes e Braga - 1. Uma nulidade. Os dois juntos jogaram menos que Wires.
Atsu - 1. Está num momento menos positivo e ontem notou-se isso de novo.
Tomás - 2. Combatitvo e mexido ele foi, mas falhou o que no estádio me pareceram duas claras oportunidades de golo.
Yazalde - 4. O seu melhor jogo em muito tempo. À esquerda ou à direita, foi o único capaz de fazer desequilíbrios ofensivos e de empurrar o Rio Ave no sentido certo.
Kelvin - 1. É mexido, mas não é ainda desequilibrador.
Mendes - 2. A sua velocidade e a qualidade dos seus cruzamentos deviam ter entrado mais cedo em jogo.
Tiago Pinto - 2. Procurou dar um contributo positivo, teve dificuldades a defender.
Éder - 2. Não me convence. É duro de rins, lento, compromete demasiadas vezes.
(alívio de Éder furou parte traseira do nosso banco de suplentes)
Gaspar - 3. Não brilhou, mas não me lembro de ter comprometido.
Sony - 1. Complicou a defender e não foi mais-valia a atacar.
Wires - 2. Combatitivo.
Vítor Gomes e Braga - 1. Uma nulidade. Os dois juntos jogaram menos que Wires.
Atsu - 1. Está num momento menos positivo e ontem notou-se isso de novo.
Tomás - 2. Combatitvo e mexido ele foi, mas falhou o que no estádio me pareceram duas claras oportunidades de golo.
Yazalde - 4. O seu melhor jogo em muito tempo. À esquerda ou à direita, foi o único capaz de fazer desequilíbrios ofensivos e de empurrar o Rio Ave no sentido certo.
Kelvin - 1. É mexido, mas não é ainda desequilibrador.
Mendes - 2. A sua velocidade e a qualidade dos seus cruzamentos deviam ter entrado mais cedo em jogo.
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22.1.12
Seguem-se 3 vitórias seguidas
Eu não vi o jogo e nem ouvi o relato. Quando li o que o João Paulo escreveu e vi o onze inicial, a primeira coisa em que pensei foi neste jogo. Nesse jogo o princípio escolhido para abordar a partida pareceu-me idêntico: primeiro defender com um meio-campo compacto que não deixasse o Braga construir e atacar em contra-ataque com homens rápidos. A equipa de hoje foi construída da mesma forma, sacrificando o melhor marcador da equipa em prol do mais possante e veloz Yazalde. Talvez Brito se tenha lembrado dessa nossa excelente noite em Braga. No entanto, não resultou. Mas pelo que percebi ficaram alguns sinais interessantes. Será que vamos ver o treinador apostar mais neste esquema fora de casa daqui por diante? Podemos chamar-lhe 'Plano B'. Já agora em casa, o 'Plano A' podia ser um em que além de Tomás, tivesse dois médios claramente mais ofensivos. É apenas uma ideia.
A Académica vem a Vila do Conde no próximo sábado. Será o primeiro jogo daquele que eu espero seja o início do melhor ciclo do Rio Ave com pelo menos 3 vitórias seguidas.
A Académica vem a Vila do Conde no próximo sábado. Será o primeiro jogo daquele que eu espero seja o início do melhor ciclo do Rio Ave com pelo menos 3 vitórias seguidas.
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Gil
15.1.12
15j - Porto: Falta de instinto
Salva-se deste jogo que foi uma derrota "simpática". É nesse sentido que eu entendo as palavras do timoneiro, perdemos mas esta derrota não vai assombrar a equipa porque não foi pesada, nem envergonha muito a equipa. É a típica derrota daquela equipa que acha que não compete no mesmo campeonato do adversário, mesmo sabendo que o adversário tem de o ultrapassar para vencer esse tal "outro campeonato". Por isso entra em campo já meio derrotado. Dito isto não quero dizer que o Rio Ave entrou em campo desconcentrado ou catatónico. A equipa esteve bem distribuída, foi controlando as operações defensivas, mas não teve instinto, ficou quase sempre expectante, numa atitude de "presa" e não de caçador furtivo e emboscado, sempre atento para quando a oportunidade surgisse, poder desferir um golpe que surpreendesse o oponente. E até tivemos essas ocasiões, mas faltou o tal instinto. O adversário é claramente melhor e quando não se aproveitam essas poucas abertas, o preço a pagar é a derrota. E é pena, porque mesmo maior, o adversário não foi um papão assustador nem demolidor. Vitória moral? Derrota que eleva o moral? Estou curioso para ver o que sucede na 4ª-feira para a Taça da Liga.
Dou nota 2 ao mister.
Dou nota 2 ao mister.
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Gil
8.1.12
14j - Paços - Agradecer a Deus
A Deus e a Huanderson que foi o nosso melhor jogador. Para além dos 3 pontos a coisa que mais gostei foi da magnífica lua cheia de Janeiro que surgiu já na segunda parte. O jogo foi fraquissimo, do pior que já vi e me lembro. E se há dia em que merecíamos perder era hoje. Parecia que era o Paços que estava a jogar em casa, porque sobretudo na primeira parte nos foi sempre superior, porque jogou melhor, porque ocupou todos os espaços e não nos deixou jogar, porque teve 3 bolas nos ferros e ainda falhou pelo menos umas duas oportunidades claras de golo. Nós também na primeira parte ainda tivemos duas oportunidades, mas era evidente que o adversário era melhor do que nós. E isto porquê? Desde logo, porque iniciámos o jogo com menos um elemento em campo: Zé Gomes. Depois deste jogo eu não acredito que o Zé volte a ser titular tão cedo. Deve ser difícil errar mais vezes que o Zé num único jogo, fosse no passe, fosse no desarme, fosse na colocação. Depois porque o nosso meio-campo não foi capaz de produzir fosse o que fosse. Uma ou outra excepção saiu dos pés de Braga, mas insuficiente para quem precisava tanto de ganhar o jogo. Marcámos num penalty que me pareceu evidente numa falta sobre Yazalde. Tomás não falhou. Já na segunda parte, num penalty que eu não tenho como tão evidente sobre Tomás, ele mesmo viu o guarda-redes defender o seu remate. Até nisto nós falhámos.
É estranho tanto encolhimento do Rio Ave. Durante a semana disse que desconfiava do Rio Ave e infelizmente não posso depois de hoje dizer que estou mais optimista. São demasiados desencontros na equipa, demasiada falta de confiança. A vitória de hoje aproxima-nos mais aos de cima e é nisso, porém, que eu tenho de pensar. Porque, lá está, tudo espremido, somámos mais 3 pontos e isso é que conta.
Dou 2 a Carlos Brito. Vitória, sim, mas com tanto sofrimento e com um exibição tão fraquinha, mister!
(A missa que a TVI transmitiu hoje de manhã foi em directo da Igreja da Lapa, ali perto do estádio. Tenho para mim que havia lá muito rioavista a rezar pela vitória desta tarde. E que no fim da missa o padre Domingos passou no estádio para benzer as balizas! As preces foram ouvidas e a benção resultou! Há que agradecer a Deus!)
É estranho tanto encolhimento do Rio Ave. Durante a semana disse que desconfiava do Rio Ave e infelizmente não posso depois de hoje dizer que estou mais optimista. São demasiados desencontros na equipa, demasiada falta de confiança. A vitória de hoje aproxima-nos mais aos de cima e é nisso, porém, que eu tenho de pensar. Porque, lá está, tudo espremido, somámos mais 3 pontos e isso é que conta.
Dou 2 a Carlos Brito. Vitória, sim, mas com tanto sofrimento e com um exibição tão fraquinha, mister!
(A missa que a TVI transmitiu hoje de manhã foi em directo da Igreja da Lapa, ali perto do estádio. Tenho para mim que havia lá muito rioavista a rezar pela vitória desta tarde. E que no fim da missa o padre Domingos passou no estádio para benzer as balizas! As preces foram ouvidas e a benção resultou! Há que agradecer a Deus!)
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Gil
14j - Contra o Paços, um a um
Huanderson - 4. Foi por ele que o Rio Ave ganhou neste domingo. Foi o melhor em campo. Defendeu tudo. E o que não defendeu é porque não foi dirigido ao espaço entre os 2 postes e a trave.
Tiago Pinto - 1. Fraquinho
Jeferson - 2. Já o vi fazer melhor. Na primeira parte esteve algo desconcentrado nas marcações.
Gaspar - 3. Uns furinhos acima de Jeferson, numa tarde que também não foi propriamente brilhante.
Zé Gomes - 1. Dou este 1 ao Zé por respeito ao muito que já fez pelo Rio Ave, porque se olhar unicamente ao jogo de hoje, é um 0 (zero) absoluto.
Tarantini - 1. Muita correria e pouca produção. E a expulsão perto do fim.
Wires - 2. Batalhou muito e foi esse o seu único mérito.
Braga - 2. Dos homens do meio-campo foi o único que rodou o sentido do jogo na direcção da baliza contrária.
Atsu - 1. Está num momento menos bom e hoje notou-se isso mais uma vez.
Tomás - 2. Três oportunidades, duas de penalty e uma cabeçada. Só aproveitou uma, num jogo em que passou 95% do tempo a ver jogar.
Yazalde - 3. Foi o melhor elemento ofensivo, o que conquistou o penalty que nos deu a vitória. Não foi brilhante, mas a sua razoabilidade sobressaiu.
Jorginho - 1. Entrou para o lugar de Braga, mas também não abanou o jogo.
Kelvin - 1. Não soube conter o jogo dentro do meio-campo adversário nem desequilibrar pela técnica ou velocidade.
Saulo - 1. Mais um minuto em campo, ou pouco mais...
Tiago Pinto - 1. Fraquinho
Jeferson - 2. Já o vi fazer melhor. Na primeira parte esteve algo desconcentrado nas marcações.
Gaspar - 3. Uns furinhos acima de Jeferson, numa tarde que também não foi propriamente brilhante.
Zé Gomes - 1. Dou este 1 ao Zé por respeito ao muito que já fez pelo Rio Ave, porque se olhar unicamente ao jogo de hoje, é um 0 (zero) absoluto.
Tarantini - 1. Muita correria e pouca produção. E a expulsão perto do fim.
Wires - 2. Batalhou muito e foi esse o seu único mérito.
Braga - 2. Dos homens do meio-campo foi o único que rodou o sentido do jogo na direcção da baliza contrária.
Atsu - 1. Está num momento menos bom e hoje notou-se isso mais uma vez.
Tomás - 2. Três oportunidades, duas de penalty e uma cabeçada. Só aproveitou uma, num jogo em que passou 95% do tempo a ver jogar.
Yazalde - 3. Foi o melhor elemento ofensivo, o que conquistou o penalty que nos deu a vitória. Não foi brilhante, mas a sua razoabilidade sobressaiu.
Jorginho - 1. Entrou para o lugar de Braga, mas também não abanou o jogo.
Kelvin - 1. Não soube conter o jogo dentro do meio-campo adversário nem desequilibrar pela técnica ou velocidade.
Saulo - 1. Mais um minuto em campo, ou pouco mais...
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Gil
15.12.11
Só 18 convocados
Na lista de convocados para receber o Gil Vicente, só houve 18 convocados. Não houve mais porque o treinador não quis, uma vez que só Vítor Gomes estava indisponível.
Esta foi a 4ª vez que Carlos Brito convocou apenas 18 atletas.
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Gil
11.12.11
Vitória merecida de um Rio Ave realista
Não foi uma exibição de encher o campo, uma daquelas que se possa dizer inequivocamente que fomos muito superiores. Mas foi uma vitória. E foi uma vitória sóbria, de uma equipa que sabia o que queria e como o queria conseguir. Ainda antes do primeiro minuto estar completo já podíamos estar a vencer, mas depois o Gil Vicente fez uso da sua boa técnica, trocou bem a bola, acercando-se da nossa baliza, mas objectivamente a ter pouca relevância em termos de oportunidades. Ou seja, tinha domínio sobre os acontecimentos, mas só fez cócegas. Apesar desta melhor capacidade do Gil Vicente em desenvolver o seu jogo, não se pense que o Rio Ave esteve aflito, que se tenha enervado, que tenha feito disparates, que evidenciasse sinais de ser uma equipa em desespero. Notava-se que éramos uma equipa menos confiante, mas estávamos lá atentos e cheios de vontade. Fomos personalizados, objectivos, concentrados e demos a resposta que era preciso dar. Eu gostei do jogo, gostei da exibição e mais do que isso gostei do resultado. Esta foi uma face diferente do Rio Ave. Temos jogos difíceis pela frente, mas hoje fiquei mais convencido. Não fiquei com aquela impressão de que foi um jogo de engano, aqueles jogos em que por se sentirem pressionados, os jogadores se esfarrapam em campo e que depois voltam rapidamente às más exibições e resultados.
Brito tem nota 4. Todas as apostas que fez resultaram em pleno. E também gostei da forma serena com que esteve na conferência de imprensa. Não houve discurso de murro na mesa, de resposta a isto ou aquilo, de puxar de galões e isso caiu-me bem.
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Gil
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