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24.7.11

Derrota em Penafiel (2-0)

O Rio Ave jogou com:
1ª parte Huanderson; Zé Gomes, Eder, Jeferson e Tiago Pinto; China, Tarantini e Rafinha; Gama, Gilmar e Feliz;
2ª parte: Paulo Santos, Tiago Costa, Éder, Marcelo e ANdré Dias; Braga (depois Saulo), Vitor Gomes e Wires; Pareiro (depois Dinei) Tomás e Jorginho;

Algumas notas que nem eu nem o Gil vimos:
- Eder fez os 90 minutos; Gaspar descansou;
- Gama jogou, o que é surpreendente (ou talvez não, só para se manter ocupado?);
- Rafael, guarda-redes, continua sem a sua chance;
- Jorginho foi extremo? Se sim, foi uma estreia;
- desta vez foi Dinei a encostar à linha esquerda;
- diz quem viu que o Rio Ave na segunda parte não teve qualquer oportunidade de golo;

8.5.11

29ªj - Benfica: acabou em casa

E por ter sido o último jogo em casa, fiquei com pena que no final do jogo ninguém tivesse tido a presença de espírito de reunir os jogadores no centro do terreno para um agradecimento aos adeptos e para eles mesmos receberem uma merecida ovação pela boa época que estão a ter. Alguns deles já não estarão connosco na próxima temporada e um aceno final caía muito bem. Foi pena.

Quanto ao jogo: entendo que se queira colocar Júlio Alves na montra, mas quando ainda se luta por uma ida à Europa é quase criminoso tirar Braga da equipa! Uma imposição a que Brito teve de ceder? Seja como for, correu mal e a equipa ressentiu-se disso. Jogámos muito mal na primeira parte, sem atitude, sem chama, sem vontade. O Benfica nem teve de ser brilhante, bastou-lhe ser prático e astuto. Nós fomos uma sombra de nós mesmos e nós adeptos não merecíamos aquela primeira parte. Depois, acho que Brito demorou em demasia a mexer na equipa. Impunha-se alterar alguma coisa ao intervalo. Foi outro Rio Ave o que jogou com Braga e Vítor Gomes. E aí vieram ao de cima as fragilidades do Benfica. Também aí o Rio Ave pareceu uma equipa que claramente queria tirar algo do jogo, porque até então foi uma sombra de si mesmo. Quero guardar aqueles 20 minutos finais como a imagem da época: uma equipa a disputar sempre o resultado e a jogar bem.
Dou nota 2 a Brito pela reacção da equipa após as substituições.

17.4.11

27j - Naval: mais uma vitória

Mas se não tivéssemos ganho, mérito à Naval. Quando Milhazes marcou aquele excelente golo, pensei que o jogo podia resultar numa goleada a nosso favor ou num belo jogo. Não deu em nenhuma das coisas, mas pelo menos deu num jogo aguerrido e renhido. Mas o mérito é mais da Naval: precisava de ganhar e jogou contra nós com grande desinibição e sempre com a nossa baliza nos olhos, sobretudo na primeira parte. Na segunda mesmo tendo acertado na nossa trave foi uma equipa menos perigosa. Nós não marcámos o ritmo do jogo, nem aproveitámos o contra-ataque, excepção feita a Yazalde que foi sempre o nosso melhor avançado.
O Rio Ave teve um meio-campo completamente perdido, incapaz e improdutivo. Foi por aí que perdemos as rédeas do jogo. Wires esteve razoável, Tarantini esteve à Tarantini, Vítor Gomes uma sombra. E Carlos Brito não via o que era evidente: era preciso mudar o míolo. Vítor Gomes estava tão mal, desanimado e desinspirado que merecia que o treinador o protegesse tirando-o do jogo. Era elementar. O jogador já tinha dado mostras que não era o seu dia, havia que o tirar e dar mais minutos a Julinho, por exemplo. De resto Brito já afirmou que gostava de dar mais minutos a quem jogou menos. Era a oportunidade certa para o fazer. Exceptuando este facto, 3 a Brito. Vitória sem brilhar, mas vitória. Parabéns a Milhazes pelo golo e pelo bom regresso.

Os 3 pontos arrumam de vez com a questão matemática: é impossível descer. Sobre a Europa: somos 6º pelo menos até amanhã...

Contra a Naval, um a um

Paulo Santos - 4, respondeu sempre à altura e evitou com uma defesa para a trave o golo do empate.
Milhazes - 4, que belo golo marcou Milhazes! Um regresso tímido no início do jogo, mas depois esteve intratável ganhando todos os lances defensivos na segunda parte. A atacar não existiu, mas ainda assim pelo belo golo marcado e pela confiança da segunda parte, dou-lhe o voto de melhor em campo.
Gaspar e Jeferson - 4, foram torres gémeas de grande eficácia. Por ali não passava nada.
Lionn- 3, já o vimos mais afoito. O cartão amarelo inibiu-o, mas esteve à altura dos acontecimentos.
Wires - 3, num meio-campo improdutivo foi o mais raçudo e o que melhor cumpriu com a sua missão de não deixar jogar o adversário.
Tarantini - 2, uma exibição à Tarantini, insonsa, com muita entrega mas com pouco sumo.
Vítor Gomes - 1, hoje foi um desastre completo o Vítor, incapaz de pautar o ritmo de jogo, de passar a bola com critério e muito complicativo. Notou-se que baixou demasiado os braços.
Yazalde - 3, no ataque só deu Yazalde. Foi o único capaz de passar pelos defesas adversários, de desequilibrar, de criar algum perigo. Não deu frutos, mas destacou-se claramente.
Tomás - 2, ele bem tentou, marcou até um golo em fora de jogo, acertou num poste, mas não foi uma tarde para Tomás brilhar.
Gama - 2, nada saía bem, foi pouco produtivo, parecia o Tarantini do ataque.
Saulo - 1, um amarelo escusado? Não sei. Saulo está em forma, mas hoje não deu um contributo digno de destaque.
Zé Gomes - 1, só entrou para proteger Lionn, o substituído.
Julinho Alves - 1, nada a assinalar.

11.4.11

6 de enfiada!!!

Não tenho memória de uma vitória destas fora ou em casa!
Foi muito bom! Significa:
- que a equipa não entrou em relaxe;
- que o 5º lugar é um objectivo ainda vivo;
- que João Tomás consolida o lugar de melhor marcador português da Liga (ainda há críticas?);
- que temos mais golos marcados que sofridos.
Brito contrariou a minha tese de fazer regressar Tarantini, que jogou, mas vindo do banco e até fez um golo.
Até onde vamos? É que nos 4 jogos que faltam, só o Benfica nos é teoricamente superior. Teoricamente.

3.4.11

25j Setúbal - E com estes 3 pontos estamos no top 10.

Era preciso ganhar para serenar em definitivo. Foi conseguido. E agora somos 9º a 4 pontos do 5º. Espero que sirva para fazer um final de época em grande: se vamos à Europa ou não, é irrelevante para mim neste momento; estou apenas a desejar que o final de época seja entusiasmante.

Foi um jogo com condições iguais a dezenas de outros que já vi em Vila do Conde: quem soubesse jogar melhor com o vento venceria. E se na primeira parte a favor do dito estivemos sempre por cima e devíamos ter marcado mais 1 ou 2 golos, na segunda parte andámos um bom bocado com o credo na boca e valeu-nos a falta de pontaria do Setúbal e a trave por 2 vezes (terá entrado a bola naquele livre? Honestamente não tenho opinião). Se tivéssemos empatado eu aceitava, porque foi uma parte para cada um. Na segunda parte estranhei o tempo que Carlos Brito demorou a responder com substituições ao domínio do adversário. O golo não aconteceu por acaso e nós estávamos claramente em défice. E por isso dou nota 3 ao treinador.

Nota final para o público: deviam estar sempre estes no estádio. Estes ou outros, pelo menos em igual número.

22.3.11

Exigir mais

Quando se fala em acabar o campeonato com dignidade, nós adeptos temos uma palavra a dizer. Temos de cobrar mais da equipa. Estar no estádio, incentivar, reclamar quando alguém aparentar estar de braços em baixo. Exigir mais do que o 12º lugar porque o presidente até falou nos 10 primeiros.
Vencemos 4 jogos seguidos, empatámos com um Sporting que devia ter saído de Vila do Conde derrotado e ontem perdemos com o Braga. Eu fiquei desapontado porque quero mais. Ir ao estádio nas últimas jornadas para ver a equipa fazer o frete de jogar porque tem de ser não é coisa que me apeteça. É bom que a equipa se habitue a ter de nos satisfazer.

21.3.11

24j - Braga - 6 jogos depois perdemos

O Braga foi melhor, mais atacante, mais pressionante, mais perigoso, mais rematador. Ganhou bem.
O Rio Ave teve em Júlio Alves e Bruno Braga 2 elementos a menos no onze inicial. Julinho porque é inexperiente e terá ficado inibido com o ambiente e o adversário, Bruno Braga porque andou sumido sem ajudar nem a atacar nem a defender. O meio-campo esteve sempre em dificuldades e nunca produziu coisa nenhuma que se visse até Vítor Gomes entrar. A defender foi a ala direita que esteve mais aflita, mas também pelo centro a bola circulava entre os jogadores do Braga com grande à-vontade e fluída como se os nossos jogadores quase estivessem a fazer figura de corpo presente. Mas deu para aguentar. Brito leu bem o jogo, cedo trocou Julinho por Vítor Gomes, as forças reequilibraram-se mais um pouco mas aí o Braga marcou. E depois o Rio Ave não teve arte nem engenho para empatar.
Concluo: depois da colorida exibição contra o Sporting, hoje estivemos em tons mais de cinzento. Apesar de algumas boas iniciativas, eu fiquei desapontado.
Dou 2 a Brito.

Contra o Braga, os jogadores um a um (Jeferson foi grande)

(Os do Gil a preto, os do jpm a verde)
P. Santos - 4. Defendeu quase tudo, quase... (4 - só no golo fica alguma dúvida, embora se deva dar o benefício de ter sido enganado por Gaspar; foi dos melhores)
Tiago Pinto - 3. Muito certinho. (3; não foi por Tiago Pinto que perdeu; podia ter avançado um pouco mais no terreno?)
Jeferson - 4. Muito bem na sua posição e nas dobras. Para mim o melhor. (4; concordo. Jeferson tem qualidades raras num central com a sua idade - é destemido, tem uma leitura de jogo notável e não atira a bola para onde está virado; só em centrais muito experientes isto se costuma ver)
Gaspar - 3. Competente, mas a velocidade dos adversários às vezes deixou-o enrascado. (3; e há aquela infelicidade no golo do Braga, lance que marcou a partida; mas no resto, deu tudo)
Wires - 2. Algo permeável a defender e escondido a atacar. (2; dos mais fraquinhos; quase 1; alô Wires, acordado???)
Júlio Alves - 1. Desapontou-me. O Julinho esteve sempre a descer no encontro, confundido pelo futebol prático do adversário. (1; quando Brito tira um jogador logo a seguir ao intervalo sem estar a perder é porque esse jogar não está bem; no caso de Júlio Alves só pecou por não o tirar antes)
Tarantini - 2. Lá no seu jeito deu o que tinha. (2; sim, um jogo à Tarantini)
Braga - 1. Só apareceu quando Vítor Gomes entrou. O que eu esperava era que estivesse mais em jogo antes disso, a ajudar nas tarefas defensivas. (2; abaixo do que pode e se esperava que fizesse; ainda assim quase marcava e lutou muito)
Yazalde - 2. Esforçado e com algumas iniciativas interessantes. (2; fracote; a continuar assim vai terminar a época sem chama; continuo a pensar que, a jogar assim, ñão tem lugar na equipa inicial do Rio Ave)
Tomás - 2. Podia ter feito dois golos. Primeiro atira ao poste e é mérito seu, no segundo quis fintar, foi derrubado mas acabou por ver um amarelo. (3; correu a recuperar a bola, tentou varios passes e quase marcava; a verdade é que não o conseguiu, mas faço uma análise positiva)
Gama - 2. Foi mexido, mas sem grandes resultados. (2 Desiludiu; o pior jogo de Gama em muito tempo)
Vítor Gomes - 2. Entrou e deu outra dimensão ao jogo. (2; mas, Gil, não fez a diferença; a questão é que o meio campo esteve tão fracote que até meio Vítor Gomes dá sempre algum ânimo; mas quem esteve em campo ainda foi apenas meio Vítor Gomes!)
Mendes - 1. Sem resultados práticos. (1, podia e devia ter feito mais e melhor)
Saulo - 1. Quase só para fazer disparates. (1, nunca dou zeros, mas este podia ser um desses casos)

Braga: Intervalo com 0-0

Deu mais Braga que Rio Ave. O Rio Ave está lento a recuperar e há mais oportunidades para o adversário. Ainda assim, Tomás cabeceou ao poste após cruzamento de Yazalde na esquerda aos 33 minutos e já aos 45 o mesmo Tomás isolado não remata, tenta fintar o guarda-redes e leva um toque no pé. Em jogo corrido parece simulação, na repetição vê-se o toque. Tomás viu amarelo.
Paulo Santos tem estado muito bem, Tiago Pinto muito competente com Alan. O meio-campo parece-me à deriva com Braga quase inexistente, Júlio Alves pouco combativo e pouco assertivo e com Tarantini a ser o único razoável, mas já com um amarelo.

13.3.11

23ª j - Sporting - Era de ganhar.

Ausente de Vila do Conde, vi o jogo pela TV. E gostei muito do Rio Ave que me pareceu em atitude e qualidade de jogo semelhante ao Rio Ave que vi em nossa casa no primeiro jogo do campeonato com o Nacional. E por isso, foi muito injusto não termos vencido. Aceito que se diga que o Sporting está muito mal, mas que culpa temos nós? Podíamos e devíamos ter vencido, ficámos a dever uma série de golos ao jogo. A vitória não nos fará muito falta nas contas finais, mas mais vale somar que ficar a lamentar.

Gostei muito da exibição colectiva e com excepção de Yazalde e Tomás (ontem com o pé desafinado) todos estiveram a muito bom nível. Julinho Alves teve boa estreia. Carlos Brito, tal como diz o João Paulo, não marca golos mas considero que fez escolhas acertadas e por isso lhe dou um 4. Quanto aos jogadore:
4 para Tiago Pinto, Jeferson, Gaspar, Lionn, Tarantini, Braga e Gama (para mim o melhor);
(foto AVL)
3 para Paulo Santos, Felgueiras e Julinho;
2 para Yazalde, Tomás;
1 para Vítor Gomes e Saulo.

8.3.11

Nada corre mal a equipa com moral!

Sobrevive até à inesperada ausência do seu capitão para ficar na história!
Os 26 pontos dão-nos agora uma folga considerável sobre os lugares descida, uma tranquilidade que ainda não conhecíamos, mas a tarefa ainda não está terminada. É possível vencer o Sporting e então acho que o objectivo primordial ficará cumprido. Depois ainda há jogos que cheguem para apanhar quem nos precede na tabela e satisfazer os desejos do presidente. Esta equipa que tem sido uma manta retalhada está a cumprir. Aos repelões, com soluços e tropeções, mas está quase na linha de meta com muita corrida ainda por fazer. Há lições válidas a aprender quando no final da época se fizer o balanço.

27.2.11

21ª j - Leiria: Muito bem.

Gostei:
- do jogo. Não tendo sido um primor, foi renhido e disputado.
- da nossa defesa. De betão, intransponível. O Leiria não teve uma única oportunidade.
- da estreia de Lionn. Ainda não tem rotinas com os colegas, mas esteve bem.
- de Tarantini. Foi o melhor do meio-campo. Recuperou bolas sem fim, esteve em todo o lado.
- de termos sido melhores que o Leiria. De lhes termos dado a iniciativa de jogo, mas sem nunca lhes termos dado oportunidades de nos incomodar. 70% do jogo foi no nosso meio-campo, em todo esse tempo defendemos com 10 homens, mas nem só de futebol ofensivo se fazem as vitórias. E esta vitória foi mais que justa, até ficámos a dever um golo ao resultado final!
- de vencer pela 3ª vez consecutiva pela primeira vez e de estarmos também há 3 jogos sem sofrer golos.
- do anúncio da presença de Lizarda na tribuna presidencial. Fica-nos bem. Valeu a sugestão.

Não gostei:
- do árbitro. No estádio, sem tv, eu teria invalidado a jogada do nosso golo e assinalado penalty a favor do Leiria num lance com Leandro Lima na primeira parte. Na disciplina não tenho opinião sobre o lance da expulsão de Tomás e teria expulso um jogador do Leiria que rasteirou por trás Yazalde numa saída rápida para o ataque. Lances daqueles têm de ser sempre vermelho.
- em Leiria é que sabem, mas afinal é Caixinha ou Sá Pinto o treinador? O banco do Leiria parecia um vulcão, havia sempre gente de pé e em movimento, gestos, a maior parte das vezes por parte do ex-jogador da selecção nacional.
(foto AVL)
- como diz o João Paulo: Rio Ave, 1 - Visitante, 0???????? É uma vergonha para nós.

Leiria - um a um

Paulo Santos - 3. Pouco trabalho, mas sempre bem.
Tiago Pinto - 4. Sempre bem, sempre concentrado, para mim o melhor.
(foto AVL)
Jeferson e Gaspar - 4. Exibições gémeas, não deram hipóteses a ninguém.
Lionn - 3. Um ou outro erro a sair para o ataque, mas no resto foi uma boa estreia.
Tarantini - 4. Tarantini só não leva o meu voto para o melhor em campo, porque a passar a bola nas saídas para o ataque ainda falha muito. A lutar e a recuperar bolas foi inexcedível.
Braga - 3. Gostei.
Wires - 2. Acho que esteve discreto, pouco eficaz e demasiado perdido em pequenas picardias com adversários.
Gama - 3. Parecia desaparecido de jogo, pelo menos ofensivo, mas andou a ajudar o meio-campo. Isso também conta.
Tomás - 3. Mais um golo e expulsão. Não tenho opinião sobre o lance. Mas o abono de família vai fazer falta.
Yazalde - 2. Bom início de jogo e depois desapareceu. Era um jogo à sua medida, as suas velocidade e força deviam ter feito mais estragos.
- Vítor Gomes - 2. Fresco e combativo, foi importante.
- Saulo e Cícero - 1. Nada a acrescentar.

21.2.11

Um raio de sol

Também eu sofri a ouvir o relato da Linear. E quando ouvia as oportunidades falhadas sobretudo a bola no poste, lembrei-me de Brito dizer que a sorte andava de costas voltadas para o Rio Ave.
Depois não foi precisa essa sorte, apenas concretizar aquela que foi a mais flagrante de todas as oportunidades.

Esta vitória vale assim por 3: a do jogo, o aumento da vantagem sobre o 15º lugar e vantagem directa no confronto com a Académica. Um domingo muito bom!

18.2.11

Setúbal-Naval

'X' no totobola com vitória do Rio Ave em Coimbra, ou '1' no totobola com vitória nossa em Coimbra?

Da vitória em Coimbra não abdico!

14.2.11

Portimonense

1 – não estive em Vila do Conde, não pude ver o jogo nem ouvir o relato.
2 – era indispensável vencer por 2-0 ou por mais de 2 golos de vantagem se sofrêssemos 1. Foi conseguido.
3 – João Tomás continua a fazer a diferença.
4 – hoje já me falaram num penalty a nosso favor que ficou por assinalar, algo inacreditável. A fazer fé no que me dizem, a saga com as grandes penalidades parece que continua.
5 – Braga foi titular apenas pela 2ª vez esta temporada.
6 – uma vitória sem continuidade na soma de pontos não faz sentido.
7 – a Académica que nos recebe na próxima jornada foi adicionada a esta luta pela sobrevivência.
8 – a Naval continua em alta e está ali ao virar da esquina, são 4 passos.

22.1.11

17j Guimarães - Paixão, Paixão, é bom que fujas de mim - ACT

Este jogo não tem crónica nem história. Arbitragem escandalosa e mesmo assim quase que Paixão não conseguia concretizar um dos seus dois objectivos.
(foto AVL)
Tomás leva 4 de nota, Gama, Tiago Pinto, Paulo Santos e Wires (ACT)2 3, todos os outros titulares levam 1 2; para os suplentes 1. Brito expulso ao intervalo leva 2. Não tem culpa de tanta incompetência do apitador.

17.1.11

2011 começa mal de mais.

A propósito disto, isto:

triste
adj. 2 gén.
adj. 2 gén.
1. Que aflige.
2. Que inspira tristeza.
3. Escuro e silencioso.
4. Penoso.
5. Falto de alegria.
6. Que habitualmente sente tristeza.
7. Fig. Insignificante, miserável, ridículo.
s. 2 gén.
8. Pessoa digna de dó.

Que peçam ao Teatro de Formas Animadas de Vila do Conde para ir animar as tropas se realmente o desalento é assim tão grande!
Alô Sr. Presidente, quando vai passar no balneário e conversar com os desanimados?

14.1.11

O paradigma que o Nacional ditou

O campeonato começou com o nosso adversário do fim-de-semana e marcou o paradigma desta época: DESILUSÃO. Dominámos o jogo, criámos mais oportunidades, resumidamente fomos melhores e perdemos. A desilusão que veio desse jogo ficou instalada. O Rio Ave é aquela equipa que os adversários e comentadores dizem que vale mais que a posição que ocupa, mas que desilude. Em tudo: no futebol praticado (salvo raras excepções), nos jogadores que chegam e vão sem deixar marca, nos reforços que ainda ficam mas que não fazem a diferença, nos negócios mal amanhados com o Benfica, no treinador que às vezes parece que perdeu o seu nervo característico, mas mais que tudo desilude na tabela! Haverá algum rioavista que olhando para esta meia época não esteja um pouco desiludido?

Meio campeonato é uma barreira psicológica que se vira e por isso o jogo do fim de semana tem de servir também para mudar de paradigma.