O «site» continua - e bem - a entrevistar figuras ligadas à história do Clube.
Desta vez é o antigo dirigente José Ferreira.
Do que diz, retiro este excerto: «O Rio Ave foi jogar ao Sporting no último jogo da temporada e perdemos 7-0. Fui diretor de campo nesse jogo e o treinador Félix Mourinho virou-se para mim e disse-me que o seu filho [José Mourinho] ia jogar, mas eu disse-lhe que não podia ser pois isso tinha ficado decidido em reunião de direção. Por causa dessa situação o treinador quis abandonar o Rio Ave, mas foi o filho José Mourinho que pediu para ele continuar»
PS - a passagem de José Mourinho pelo Rio Ave já mereceu vários textos e está bem documentada aqui.
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15.11.13
José Ferreira recorda aquele jogo de Mourinho (entre outras memórias)
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João Paulo Meneses
10.5.12
A continuidade de Brito (ATUAL)
... é aprovada num inquérito de rua do jornal Vilacondense, desta semana.
Aqui ficam as respostas, independentemente desta ser ou não a minha opinião:
ATUALizado: a propósito, ASC diz hoje no Record que o assunto será tratado na próxima semana
Aqui ficam as respostas, independentemente desta ser ou não a minha opinião:
ATUALizado: a propósito, ASC diz hoje no Record que o assunto será tratado na próxima semana
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João Paulo Meneses
9.5.12
Porquê 10 de Maio (ATUAL)
O sócio José Ferreira leu, no descerrar da lápide no espaço onde foi o Campo/Estádio da Avenida, um pequeno texto que explica este 'mistério': porquê 10 de Maio para a data da fundação do nosso Rio Ave (no jornal Renovação, por exemplo, não há qualquer referência à data).
«Aos 6 de Maio de 1939, no Círculo Católico de Operários de Vila do Conde, reuniu em assembleia a mesa instaladora e fundadora do Rio Ave Futebol Clube, tendo em vista a eleição da primeira direcção do Clube. Foram eleitos os seguintes dirigentes:
Depois da eleição e no prosseguimento da sessão, o Presidente da mesma comunicou aos presentes que designava o seguinte 10 de Maio, pelas 19h, para a tomada de posse dos corpos gerentes em ato a decorrer na mesma sala do CCO, altura em que se submeteriam a apreciação e votação as contas e relatório da comissão. A encerrar a sessão, os presentes nomearam sócio honorário o sr. Antonino José dos Reis, pelos importantes serviços prestados até então e pela cedência do terreno para o campo de jogos»
«Aos 6 de Maio de 1939, no Círculo Católico de Operários de Vila do Conde, reuniu em assembleia a mesa instaladora e fundadora do Rio Ave Futebol Clube, tendo em vista a eleição da primeira direcção do Clube. Foram eleitos os seguintes dirigentes:
Depois da eleição e no prosseguimento da sessão, o Presidente da mesma comunicou aos presentes que designava o seguinte 10 de Maio, pelas 19h, para a tomada de posse dos corpos gerentes em ato a decorrer na mesma sala do CCO, altura em que se submeteriam a apreciação e votação as contas e relatório da comissão. A encerrar a sessão, os presentes nomearam sócio honorário o sr. Antonino José dos Reis, pelos importantes serviços prestados até então e pela cedência do terreno para o campo de jogos»
(obrigado a José Ferreira pela cedência do documento)
ATUALizo: não consegui confirmar, mas 10 de Maio será também a data da apresentação oficial dos primeiros estatutos do clube.
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João Paulo Meneses
5.5.12
5 de Maio de 2012: um dia com a história
E à hora marcada descerrou-se a prometida placa que perpetua um local com história: o local do primeiro campo de futebol do Rio Ave, o Campo/Estádio da Avenida.
José Ferreira, um antigo dirigente do Rio Ave, que muito se bateu por esta iniciativa, também interveio.
PS - Mário de Almeida, na breve intervenção, disse uma coisa bem sensata: havia naquele tempo muito mais amor à camisola do que hoje!
José Ferreira, um antigo dirigente do Rio Ave, que muito se bateu por esta iniciativa, também interveio.
PS - Mário de Almeida, na breve intervenção, disse uma coisa bem sensata: havia naquele tempo muito mais amor à camisola do que hoje!
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João Paulo Meneses
20.11.11
Da AG desta manhã
Além do que já se sabia, aqui ficam algumas notas rápidas sobre o que se passou esta manhã (desenvolverei algumas delas durante a semana):
- relatório e contas aprovado por unanimidade (com louvor à Direcção);
- proposta de isenção de quotas no sócio infantil aprovada por maioria (se não estou em erro, três votos contra e duas abstenções, entre as quais a minha, por esta razão) e a isenção de jóia na quota social por unanimidade;
- foi revelado que já depois do fecho das contas o Rio Ave liquidou por completo o empréstimo bancário que já vinha de há alguns anos e que o passivo é neste momento de 650 mil euros de contas correntes, tendo Mário de Almeida explicado que é uma verba garantida por dívidas a fornecedores; «não devemos nada a ninguém», disse o presidente da AG.
- ASC disse ainda que já foi feita a escritura da compra da sede;
- O sócio José Ferreira lembrou a necessidade de evocar o local onde nasceu o Rio Ave, o antigo campo da Avenida, assunto que também já abordei com o presidente da AG (vamos ver se no aniversário do Rio Ave em Maio teremos esse objectivo cumprido);
- O sócio Manuel Quintela pediu atenção à claque (claques?), dizendo, e eu partilho, que não gosta que seja uma claque de trapaceiros (citando o exemplo do jogo com o Braga). ASC disse que o Rio Ave não apoia claques de uma forma organizada mas um grupo de amigos. Sobre o caso dos insultos à claque do Braga disse que foi feito um aviso a esse grupo de rioavistas; Mário de Almeida referiu que os jogadores lhe disseram que a presença da claque, sobretudo nos jogos fora, é muito importante
- relatório e contas aprovado por unanimidade (com louvor à Direcção);
- proposta de isenção de quotas no sócio infantil aprovada por maioria (se não estou em erro, três votos contra e duas abstenções, entre as quais a minha, por esta razão) e a isenção de jóia na quota social por unanimidade;
- foi revelado que já depois do fecho das contas o Rio Ave liquidou por completo o empréstimo bancário que já vinha de há alguns anos e que o passivo é neste momento de 650 mil euros de contas correntes, tendo Mário de Almeida explicado que é uma verba garantida por dívidas a fornecedores; «não devemos nada a ninguém», disse o presidente da AG.
- ASC disse ainda que já foi feita a escritura da compra da sede;
- O sócio José Ferreira lembrou a necessidade de evocar o local onde nasceu o Rio Ave, o antigo campo da Avenida, assunto que também já abordei com o presidente da AG (vamos ver se no aniversário do Rio Ave em Maio teremos esse objectivo cumprido);
- O sócio Manuel Quintela pediu atenção à claque (claques?), dizendo, e eu partilho, que não gosta que seja uma claque de trapaceiros (citando o exemplo do jogo com o Braga). ASC disse que o Rio Ave não apoia claques de uma forma organizada mas um grupo de amigos. Sobre o caso dos insultos à claque do Braga disse que foi feito um aviso a esse grupo de rioavistas; Mário de Almeida referiu que os jogadores lhe disseram que a presença da claque, sobretudo nos jogos fora, é muito importante
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João Paulo Meneses
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