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2.3.20

Rio Ave perde tempo a criticar os seus próprios adeptos (o 'crime' de escrever que foi uma 'noite desinspirada'...)

Acabo de receber um comunicado texto da newsletter do Rio Ave FC, que imagino tenha sido enviado a outros sócios, e que, pelo menos em parte, serve para responder ao que escrevi no final do jogo com o Belenenses.

Quem critica deve estar preparado para também ser criticado, só me admira que o Clube gaste energias a criticar os seus adeptos, apenas por estes não terem exatamente uma opinião igual à que foi manifestada, por exemplo, pelo treinador. São opções.

Escrevi por exemplo essa coisa certamente grave (!) de que foi 'uma noite desinspirada'. O Rio Ave reage: "Falar de desinspiração da equipa num jogo em que o adversário, à imagem do seu treinador, se fechou e procurou reduzir todos os espaços no seu último terço, é ignorar os factos e vestir a pele de ‘velho do restelo’."  O mesmo texto também refere o facto de eu ter escrito que o guarda-redes adversário não fez uma defesa (até reproduz a minha frase entre aspas...), para lembrar uma, após remate de Dala (era uma metáfora, mas enfim...).

Insisto: quem critica deve estar preparado para ser criticado. Aceitaria muito mais facilmente que o treinador ou algum jogador o fizessem, mas custa-me a aceitar que seja a instituição a fazê-lo. 

Ainda por cima, sejamos objetivos, 'uma noite desinspirada' nem chega a ser uma crítica...

Acrescento apenas que coisas como esta mostram como ainda precisamos muito de crescer: estavam bem tramados FC Porto, Benfica ou Sporting cada vez que um adepto manifesta publicamente opiniões diferentes da posição oficial...

(já agora, custa-me a aceitar que ASC tenha aprovado tal texto, ele que, até agora, sempre soube respeitar o espaço de opinião dos adeptos)
(o comunicado na íntegra aqui)

PS - apenas li o que A Bola escreveu sobre o jogo e não anda muito longe do que eu próprio escrevi.

12.9.18

15 anos a escrever sobre o Rio Ave

Permitam-me um texto mais pessoal, para assinalar os 15 anos de escrita sobre o Rio Ave na Internet [com uma pausa durante a época 2004/2005].
Tudo começou em 2003 (rioave.blogspot.com, extinto), quando os blogues eram uma grande novidade.
Nestes 15 anos aconteceram muitas coisas, positivas e negativas.
Entre as positivas destaco a escolha do melhor jogador da história do Rio Ave ou as 9 tertúlias já realizadas.
Entre as negativas, a incompreensão que esta 'atividade' gera nos responsáveis do Clube: é rara a semana em que não chega um recado, direto ou indireto, a dizer que alguém está insatisfeito e que 'só dizemos mal'. Por causa disso, até deixámos de escolher/premiar o Rei do Ave.

Da minha parte há três coisas que me movem e continuam a mover: expressar a minha paixão clubística, ajudar, à minha maneira, o meu Clube e continuar a fazê-lo todos os dias (não sei se os nossos leitores têm essa consciência, mas não há férias nem feriados no Reis do Ave, publicamos 365 dias por ano!)



24.4.18

Os jogadores nunca conseguirão compreender os adeptos

Os nossos jogadores queixam-se das críticas que ouvem e leem, feitas por adeptos.
Não me surpreende.
Um jogador de futebol dificilmente compreenderá um adepto.
Primeiro porque, como profissional, não tem clube (joga naquele que lhe paga mais e melhor em cada momento, o que é normal e lógico).
Segundo, se tem, vai querer derrotá-lo quando jogar contra - impensável para um adepto.
Terceiro porque, tendo clube e nunca tendo jogado contra o seu clube [quantos casos haverá????], não se senta na bancada a sofrer. Está no balneário a ouvir o treinador e tem a informação necessária.
Nunca tendo sido adepto, um jogador de futebol pode apenas imaginar como é lidar com a desilusão, com a frustração, com a impotência.
Os jogadores também têm derrotas e fracassos, mas sentem-nas de forma completamente diferente.
E é por nunca terem sido adeptos que, provavelmente, não percebem a nossa irracionalidade, que - certamente - nos faz ser injustos aqui e ali.
Os adeptos podem e devem estar sujeitos a críticas.
E não há, neste texto, uma censura, pelo menos direta, aos jogadores. Apenas uma (tentativa de) explicação.

25.4.17

E já que se fala em Krovinovic...

Qual a melhor prenda de aniversário que um Rioavista pode receber?
Uma camisola do seu Clube, claro!
A minha já cá canta e foi assinada pelo nº10 - um craque em campo, um campeão na simpatia!


13.4.16

Quem não sente não percebe

Os meus alunos surpreenderam-me hoje com uma pequena festa e direito a bolo, para assinalar os 50 anos de vida.
O problema foi quando me perguntaram o que desejava receber como prenda.
Respondi que, para além das questões pessoais e familiares, o que eu mais queria era que o Rio Ave se classificasse num lugar de acesso à Europa, para voltar a ver o meu Clube nas provas da UEFA na próxima época. Seria esta a minha melhor prenda.
Devo dizer que poucos compreenderam. Algumas das alunas até ficaram chocadas por ser isto o que eu mais queria.
Compreendo-as e não levei a mal a indignação (e terem-me chamado fanático).
Quem não sente não pode perceber!
Força Rio Ave!

Atualização: obrigado Presidente


30.10.15

A (pre)visão do "professor".Caramba!

(no Terras do Ave desta semana)

13.12.14

E tu?

Não me digas que achas que não vale a pena!
Levanta o rabo do sofá e anda votar!

9.5.14

A minha barba e a deles...

Não, não tenho barba para dia 18.
Por (grande) azar estarei a muitos milhares de quilómetros de distância, por razões profissionais, e irei perder o grande momento.
Já lamentei o suficiente, agora não há nada a fazer, a não ser festejar (de camisola vestida) a conquista na China!
PS - Que pena apenas quatro ou cinco dos titulares terem aderido ao desafio 'dos barbudos'.

25.8.13

Assembleia Geral apenas com contas do Clube (ATUALizado)

O documento entregue aos sócios presentes na AG contempla apenas as contas do Clube e não da SDUQ.
Aguardemos para ver se há informação durante a sessão.
Quanto às contas do Clube, a verba geral ronda os 400 mil euros, distribuídos da seguinte forma: quase 200 mil para o futebol jovem e cem mil para o futsal.
Neste contexto a minha duvida é se o dinheiro previsto para o futebol jovem inclui ou não os juniores e juvenis, que passaram para a sociedade desportiva.

Atualizo após a conclusão da Assembleia: como se pode ler, as contas da SDUQ vieram à baila (e com boas notícias!).
Mas - e disse-o na intervenção que fiz na AG - ficou a ideia (pelo menos para mim) que foi uma espécie de "favor". É verdade que os estatutos prevêem que assim seja, que a Sociedade informe o representante dos sócios (no caso o presidente da AG) e que este prometeu trazer as contas na próxima AG, que é em novembro. Mas alertei que isso terá como consequência um afastamento ainda maior dos sócios relativamente às assembleias (é muito pouco saber dos iniciados e do futsal) e que se deveria tornar uma 'regra' na assembleia de julho ter também informação sobre as contas da SDUQ. Esperemos para ver se a sugestão colhe.
[coincidência, a verdade é que as "pequeninas" contas do Clube acabaram por não ser postas à votação e portanto não foram aprovadas durante a AG...]  

1.8.13

10 anos é qualquer coisa

Agosto 2003 - a realidade dos blogues estava a dar os primeiros passos e eu também.
Em agosto de 2003 criei o meu primeiro blogue sobre o Rio Ave (rioave.blogspot.com) e dez anos depois ainda por aqui continuo - com um ano de interrupção (no final da época de 2004).
Voltei, a seguir, a convite do Gil, já no reisdoave.
Muita coisa mudou em dez anos?
Algumas coisas sim, outras não.
O meu gosto pelo Rio Ave é o mesmo, a minha intenção em criar e manter um espaço de opinião também, a motivação, apesar de alguns contratempos e incompreensões*, não diminuiu.
O Rio Ave, por outro lado, está hoje melhor do que há dez anos, quer desportiva quer ao nível dos ativos (património e contas).
Por mim, acho que valeu a pena (e agradeço ao Gil ter-me tirado da 'fossa' nessa altura).

* já não vou falar na necessidade de crescermos e respeitarmos as opiniões uns dos outros, o que em Vila do Conde ainda não é fácil; falo, sobretudo, na necessidade de se perceber que uma coisa é o «site» do Clube, outra os blogues e outra ainda o jornalismo; quando nos Arcos se perceber isso podemos tirar muito mais resultados;


15.3.13

Eu e o apuramento europeu

Abro uma exceção e republico na íntegra o texto que escrevi para o Terras do Ave desta semana (crónica mensal sobre o Rio Ave):

1.1.13

Um novo ano

Toda a gente faz, e bem, balanços por esta altura. Nós não!
Queria apenas aproveitar para deixar esta nota: vamos tentar continuar a tentar dar o nosso contributo, dia-a-dia, para fazer do Rio Ave um Clube maior. E esta questão do dia-a-dia não é irrelevante. Em 2012 publicámos textos todos os dias. Férias, feriados, fins de semana, em baixa, em alta, em dias de muita actualidade ou em que nada se passava. De tudo o que tem a ver com o Rio Ave. Tentando ter sempre uma atitude positiva e, se possível, com algum humor.
E em 2013 gostaríamos que continuasse a ser assim.

PS - uma nota mais pessoal: em Agosto completo 10 anos de textos na net sobre o Rio Ave (com um de interrupção). Já é, penso, qualquer coisa...

20.12.12

Um livro com os 75 anos do Rio Ave

Há, basicamente, duas maneiras de comemorarmos os 75 anos do Rio Ave em maio de 2014: com ou sem livro.
Pode-se fazer sem livro, mas não é a mesma coisa.
E para estar pronto daqui a ano e meio não há muito tempo, se é para partir do zero.
Vem isto a propósito de uma referência no JVC desta semana.
Se a republico é apenas para reforçar essa necessidade.

16.4.12

Futsal: ainda a festa de ontem

Algumas notas soltas:
- atendendo à hora a que o jogo se realizou, até não foi uma má assistência; entre 200 e 300 pessoas será mais ou menos o habitual; podia e devia ter sido mais, mas aquela hora é tramada! (em minha casa ficou um fervoroso adepto, que tinha de ir para a cama antes das 22h...);
- por falar em apoio, o grupo de jovens da Fúria Verde regressou. E ainda bem. Mas não escapam a uma crítica: é certo que eram poucos, mas durante muito tempo apenas se ouvia a claque do Cohemato; não gostei que logo após o 3-1 os nossos adeptos tivessem insultado os da claque adversária. Bem podiam gastar as energias a apoiar sua própria equipa e até esse golo surgir muito silenciosos estiveram;
Mas nem tudo foi mau, como é evidente. Isto foi positivo:
- Faltam dois jogos para o campeonato terminar; o próximo jogo é em Macedo de Cavaleiros e o último em Vila do Conde, com uma equipa de Braga; deixo ao cuidado do Pedro Soares o desafio para se preparar uma festa mais animada. 
Ontem demos a ajuda possível:

13.4.12

Mensagem 7000

Sim, é a 7000ª mensagem publicada neste espaço. Não ando atento a isso, mas como me dei conta e porque hoje é o dia que é, quero dedica-la ao meu parceiro de blogue.

Avante camarada, muitas e muitos mais virão!

13.1.12

O adepto, desanimado, confessa-se

aos portistas!
(entrevista feita antes de se saber da lesão de Atsu)

31.12.11

A visita do sr. Horácio

... que ainda me apanhou de pijama!
(a partir de segunda-feira começo eu a cobrar...)

9.12.11

Conquistem-na por... mim!

A 11 mil quilómetros de distância, é-me impossível ver os jogos do fim de semana, sobretudo a 'final' contra o Gil Vicente.
Estarei a ouvir (via net).
Conquistem-na por favor. Por vocês e por nós.

31.10.11

Ainda o penalti de Guimarães; estou enganado (ACT)

Escrevi isto, mas depois de ler isto:
- «Carlos Xistra influenciou o resultado, obliterou a verdade do jogo. Houve de facto mão de Tiago pinto na área, mas o lance é precedido de falta (mão no ombro) de Alex sobre o defesa-esquerdo. (...) um desempenho que feriu de morte a partida» (Pascoal de Sousa, em A Bola);
- «Dois erros graves: Vitor Gomes não devia ter visto o segundo amarelo e, depois, o árbitro também ajuizou mal a situação do penalti decisivo» (Vitor Pinto no Record);
- «Alex apoiou-se em Tiago Pinto, desequilibrando-o (...) não fez gesto objectivo ou deliberado na direcção da bola» (Jorge Coroado); «É uma situação clara de bola que vai à mão» (Pedro Henriques); «Alex apoiou-se com o braço em Tiago Pinto (...) não existe voluntariedade» (Paulo Paraty); O Tribunal de O Jogo.

... não me custa admitir que analisei mal o lance e que estava errado.
Xistra teve, portanto, influência no resultado.

ACtualizo: ASC fala sobre o assunto na Linear logo a partir das 18h

13.10.11

Ser do Rio Ave

Leonardo Jardim deu uma entrevista muito interessante ao Expresso de sábado passado.
Entre outras coisas diz isto: «Os latinos têm o culto de ganhar. Gostam mais das vitórias do que dos seus clubes».
Isto pôs-me a pensar.
E a concluir que, eu, sou do Rio Ave, ganhe ou perca. Sou do Rio Ave na primeira ou na segunda, do Rio Ave nos iniciados ou no futsal.
Não gosto de perder e quando isso acontece o meu estado de espírito não é o mesmo.
Mas não misturo vitórias com o Clube.
Rio Ave sempre!