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23.10.10

Da entrevista de Mário Almeida: a prospecção e o director desportivo

Outros assuntos abordados pelo presidente da AG:
- contas: além de mais um exercício positivo, que será conhecido dentro de dias, MA anunciou que o Rio Ave acabará de pagar dentro em breve um empréstimo pedido há alguns anos, aquando da renegociação das dívidas;
- é preciso fazer uma forte aposta na prospecção, coisa que não tem acontecido, sobretudo entre clubes de escalões mais baixos; continuar a apostar na formação também é muito importante;
- tanto quanto percebi está de acordo com a criação do lugar de director desportivo, embora a partir de uma solução interna (referiu Manuel Barbosa); não se comprometeu com qualquer posição, até porque é preciso definir as funções (juntou aqui a prospecção);
- um novo estádio: vão ser feitos novos estudos, mas a solução continua a ser a de um centro comercial que pagará um novo estádio na actual localização;
- elogios para Henrique Maia (MA dificilmente poderia ter sido mais elogioso);
- também se falou muito de ASC e deste mandato, tendo MA revelado, por exemplo, que o presidente ofereceu o autocarro que faz a recolha dos miúdos nas Caxinas para os treinos e os jogos (eu não sabia!)

15.10.10

O director desportivo é boa notícia

As palavras de ASC deixam-me satisfeito. Ter um director desportivo é o caminho a escolher. A dificuldade será encontrar um sósia de Henrique Maia. E será mesmo difícil, porque Henrique foi eficiente e discreto. No restante, as questões que o João Paulo levanta são as mesmas que eu tenho: é um posto novo, como funcionará e em que moldes? Por outro lado, apraz-me registar que desta vez ASC tenciona apresentar um programa eleitoral. Aquando da última eleição foi uma pobreza de palavras que nos diminuiu enquanto sócios. Mesmo que a já desmentida segunda lista não surja, haverá o que discutir

13.10.10

Ainda a questão do director-desportivo

A entrevista de HM suscitou no 12º Jogador da Linear, de ontem, alguns comentários. Um deles teve a ver com a discordância do antigo vice-presidente relativamente à possibilidade de existir um director desportivo no próximo mandato. Quer Vítor Carvalho quer Carlos Costa concordaram com HM, juntando argumentos negativos.
Eu, que penso o contrário, gostaria de deixar esta ideia: Henrique Maia foi um verdadeiro director desportivo, só que à borla.
(foto AVL)

Onde é que se arranjará alguém com um perfil idêntico (conhecimentos da realidade futebolística, disponibilidade quase total, gosto pela função e ainda por cima filiação rioavista)?
Por isso, por me imaginar no lugar de ASC, compreendo que esteja preocupado e que pense numa alternativa profissional.
(outra coisa diferente é promover internamente alguém, como foi falado no programa, e o nome de Manuel Barbosa é óbvio; à partida não vejo qualquer impedimento)

PS - embora em causa própria, aproveito para agradecer as palavras de Carlos Costa, que elogiou a Linear pela realização da entrevista. Para quem foi tão criticado, nos últimos dias, pela realização da entrevista, posso dizer que as palavras de Carlos Costa nos reconfortaram.

10.10.10

A continuidade de ASC

ASC diz hoje a ABola que «ainda não decidi nada. Se surgir uma lista com todas as condições não me recandidato, mas não posso considerar esta posição como definitiva, porque não sei de qualquer lista». São, ainda, as reacções à frase que Henrique Maia deixou na entrevista Reis do Ave/Linear. Mas Henrique Maia, ao confirmar que Luís Freitas Lobo foi sondado por ASC para director desportivo, deixou também perceber que ASC está a preparar a recandidatura (como, aliás, é normal).

O meu comentário: até sexta-feira nunca tinha ouvido falar numa lista alternativa a ASC e, sinceramente, não acredito. A realidade pode vir a desmentir-me, mas é óbvio que, recandidatando-se, ASC derrotará qualquer alternativa, fruto do trabalho positivo que globalmente tem vindo a fazer.

(ASC não ouviu a entrevista de Henrique Maia, como o próprio revelou ontem A Bola. Fazia bem em ouvi-la, para perceber que, não escondendo as - aliás conhecidas - divergências com ASC, foi uma entrevista serena, de um rioavista que quer o melhor para o Rio Ave e que, ao longo da conversa, por mais do que uma vez mostrou solidariedade com a direcção a que pertenceu. E não uma entrevista contra ninguém, muito menos contra ASC)

9.10.10

Da entrevista de HM: sim ou não a um director desportivo - ACT

A resposta de Henrique Maia à pergunta se o Rio Ave deve ter um director desportivo a tempo inteiro surpreendeu-me. O nosso ex-vice-presidente é contra. Tanto quanto percebi por duas razões: porque isso esvaziaria o lugar de vice-presidente para o futebol e também por questões económicas (mais um salário, embora aqui não tenha ficado tão claro o argumento). Henrique Maia entende que quem aceita um lugar, por exemplo de vice-presidente para o futebol, é para se envolver, é para dar ao clube, é para trabalhar pelo Rio Ave (como ele fez).
O problema - digo eu - é que não haverá muito mais pessoas com o perfil de Henrique Maia. E uma equipa como o Rio Ave, cem por cento profissional, envolvida em várias competições, não se compadece com amadorismos ou 'jeitinhos'.
Sinceramente não sei como ASC encontrará um vice-presidente com as mesmas características. E por isso compreendo perfeitamente que procure um director-desportivo para o clube.

(Henrique Maia confirmou que não gostou de saber da abordagem de ASC a Luís Freitas Lobo, para avaliar da eventual disponibilidade do jornalista para ocupar esse lugar; como escrevi, compreendendo que Henrique não gostasse da forma como as coisas foram feitas , é perfeitamente legítimo que ASC esteja a preparar a próxima lista).


PS - sobre a entrevista: serena, sensata, sem querer criar polémicas, na maior parte dos casos esclarecedora.

ACT:
Gil, o meu comentário: concordo com o João Paulo. Se ASC tinha algum receio da entrevista do Henrique Maia, devia ter ouvido para ficar esclarecido e para entender que apesar dos conhecidos diferentes pontos de vista relativamente a algumas questões, Henrique Maia foi seu aliado e claramente uma mais-valia da sua Direcção. Henrique foi muito diplomata e pacificador. Deixa um imenso vazio. Não concordando com o papel de director desportivo a tempo inteiro de certa forma é incoerente. Ele mais que ninguém sabe o que custou desempenhar o papel que teve e por isso mesmo justifica-se o lugar. O homem perfeito para a posição era ele mesmo.

11.9.10

Brito e Henrique Maia

da conferência de imprensa de ontem:
«[a saída de Henrique Maia] é uma enorme perda para o clube , pois era um elemento pelo qual todos tinhamos enorme consideração e amizade» (A Bola)

9.9.10

Algarve: a mesma equipa

Sem Jeferson ou Éder, e com todos os outros disponíveis, Brito não vai ter certamente problemas para escolher o onze: será o mesmo do jogo com o FC Porto [a menos que me esteja a escapar alguma coisa por não poder ver os treinos]

PS - a única diferença vai ser a ausência de Henrique Maia no banco. ASC no Algarve?

3.9.10

Um director desportivo no Rio Ave?

Uma equipa de futebol de alta competição, como o Rio Ave, envolvida em várias provas, com treinos bidiários, recorrentes deslocações e sempre interessada em comprar e vender jogadores exige um director a tempo inteiro.
Se repararmos, todas as equipas da primeira liga estão a seguir esse caminho, mesmo as de dimensão idêntica ao Rio Ave, e o nosso Clube, mais cedo ou mais tarde, não poderá fugir muito disso. Até agora teve a sorte de ter directores não remunerados que tinham disponibilidade para fazer esse acompanhamento diário e, no caso de Henrique Maia, quase permanente.
Mas não será nada fácil a ASC, no próximo mandato, encontrar outro Henrique Maia.
Contratar um director desportivo implica mais um ordenado, mas pior do que isso serão soluções de amadorismo.

31.8.10

A demissão de Henrique Maia («toda a verdade») ACT

ACTualizo a 1/9 com novos dados: Independentemente das questões «exclusivamente pessoais» que Henrique Maia invoca e que têm a ver directamente com a sua família (questões essas que o obrigam a novos compromissos, os quais temos naturalmente de respeitar), parece-me que mais cedo ou mais tarde, Henrique Maia acabaria por sair, acumulando uma série de divergências com ASC [e isto não pressupõe qualquer julgamento da minha parte sobre as partes; não sei quem tem ou não razão; apenas sei que são estilos muito diferentes e que, na verdade, os sócios elegeram ASC, o qual tem o direito de impor o seu estilo - goste-se ou não].
Não sei se houve alguma gota que fez transbordar o copo, mas sei - se calhar todos sabemos - que houve vários casos ao longo destes quase dois anos. A renovação com Carlos foi um deles, mas houve mais. Este ou este são apenas exemplos (no caso da não inscrição na UEFA, Maia estava fora quando isso aconteceu e ficou muito zangado com o sucedido), entre outros que não cito por reserva ou por falta de pormenores.
Devo dizer que os problemas começaram pouco depois da eleição - Henrique esteve perto de sair mais do que uma vez, mas foi aguentando. Mário de Almeida interveio algumas vezes e conseguiu que a equipa directiva continuasse junta. Agora o vice-presidente achou que era tempo de sair.
Se não conseguia aguentar até Novembro, elogio o momento que escolheu, com a equipa constituída e em velocidade de cruzeiro (embora os jogadores, com quem estabeleceu excelente relação, sejam por isso dos mais 'penalizados') e, nesta altura, recupero as palavras que escrevi em ABril: não marca golos, mas está sempre em jogo!

PS - Henrique Maia tem perfil para um dia, quem sabe, ser presidente do Rio Ave: gosta do Clube, conhece suficientemente os meandros do futebol, tem independência financeira e suficiente disponibilidade de tempo para o gerir. Se calhar nunca o será, mas quantos nomes se encontram com este perfil? Além do mais, estou certo que, tendo saído dos órgãos sociais, continuará ligado ao Clube.

Henrique Maia demitiu-se

Está no site.

Henrique Maia, Vice-Presidente da Direcção do Rio Ave Futebol Clube e Chefe do Departamento de Futebol, apresentou hoje a sua demissão ao Presidente da Assembleia Geral, cumprindo assim o que está estabelecido no art.º 83 dos Estatutos do Clube.



O meu comentário: razões pessoais são razões pessoais e compreendo que se sobreponham às funções que Henrique desempenhava no clube. Fico com a melhor das impressões do seu trabalho.

29.6.10

Mais obras (dentro do estádio)

A zona sul da bancada principal, do lado oposto à secretaria, tem estado completamente desperdiçada. E é sabido que a equipa não tem as melhores condições para trabalhar.
No sábado passado o nosso presidente mostrou-me o que está a ser feito. E digo desde já que a ideia merece um aplauso: um ginásio, um auditório e uma área de banhos e massagens, destinadas à utilização por parte da nossa equipa de futebol profissional (muito mais confirmando-se, como foi avançado na AG, que as obras não agravarão o orçamento do Rio Ave). Na foto o futuro auditório, para a equipa ver videos, por exemplo


27.6.10

(AG Jun10) Coisas do futebol: Carlos de fora!

Outras coisas ditas na AG:
- O sócio Manuel Quintela antecipou-se à questão que ia colocar, relacionada com a venda da percentagem do passe de Fábio Coentrão que era propriedade do Rio Ave; ASC não quis adiantar nada sobre o negócio, por «não ser o momento ideal», mas Mário Almeida (MA) acrescentou que nunca foram 20% mas 10% (os restantes 10 eram do empresário) [parece-me que ASC poderia e deveria dizer mais, mas resta-nos aguardar; eu continuarei atento];
- Carlos (a pedido de um sócio): ASC explicou que Carlos foi à Turquia com autorização do Rio Ave, mas que não podia ter feito o que fez: falar em nome do nosso clube e acordar a saída; MA foi muito mais claro: «verdadeiramente lamentável» este caso; «já não tem condições para continuar a ser nosso jogador» [estive para dizer «apoiado»...]
- Mário Almeida: o clube preparou (está a preparar) convenientemente a próxima época, mesmo gastando menos dinheiro; o plantel é melhor com menos dinheiro [mas ninguém definiu objectivos concretos e ASC, na introdução, referiu vários objectivos mas não falou do futebol profissional];
- falou-se muito de concorrência desleal na aquisição de jogadores e Mário ALmeida citou o exemplo do Setúbal, que vai pagar uma fortuna, comparado com aquilo que o Rio Ave podia fazer, a Miguelito; «não sabemos como é que conseguem sobreviver»;
- estão a ser feitas obras no estádio, algumas impostas pela Liga (o fim da escada em caracol, substituída por um elevador panorâmico, melhor separação entre tribuna e imprensa, e acessos para pessoas com deficiências) e outras por necessidade (um espaço para banhos e massagens, um audítório para a equipa, etc); tanto quanto percebi é ASC e Henrique Maia que estarão a suportar estas obras; só as impostas pela Liga custam, foi dito por MA, 250 mil euros;
- existencia de jogadores estrangeiros, brasileiros neste caso, nos juniores: ASC explicou que são jogadores trazidos por Jorge Mendes e que podem gerar receitas ao clube [parece-me uma política bastante acertada, em doses q.b.];
- ainda se falou da questão da perda de anos de sócio por parte de alguns sócios (com a renumeração); [reivindicação justa, que ASC prometeu estudar]; das camadas jovens, do site, da bandeira do clube que não esteve  no funeral de João Morais (ASC pediu desculpa pelo lapso), da venda de bilhetes para o jogo com o Benfica (ASC disse que repetia o que foi feito e explicou porquê; eu continuo a pensar que foi num processo trapalhão e que não nos dignificou) e se calhar estou a esquecer-me de alguma coisa...

18.6.10

(do mercado) É de Carlos, que se fala

Carlos está em silêncio, mas Henrique Maia não: «O Carlos continua a ser jogador doRio Ave. Há um vínculo assinado e registado de duas épocas e, portanto, o Carlos tem ainda um extenso contrato a cumprir».

(o meu comentário: não era difícil perceber que isto ia correr mal; alguém vai ter de dar o primeiro passo; Carlos, provavelmente; ASC liberta o guarda-redes do compromisso? Uma coisa é certa: Henrique Maia não estás pelos ajustes com Carlos e isso vai ter o seu peso!)

16.6.10

é apenas um 'suponhamos' meu... (ACT)

... A ida de Carlos para a Turquia ainda vai dar que falar, no que a nós nos diz respeito!
(e espero estar enganado)

E ACTualizo agora que li O Jogo: «o Rio Ave, através do seu director-desportivo Henrique Maia, garante que "não foi feita qualquer proposta". O responsável vila-condense admite a existência de um acordo entre o guarda-redes e o presidente António Campos, estipulando uma determinada verba que terá de ser paga pelo clube interessado. Henrique Maia diz "que não chegou qualquer oferta", por isso, afirma, "o Carlos continua a fazer parte do plantel, tendo pela frente mais dois anos de contrato - que prevê mais uma época de opção"» (desta notícia, alguns comentários/questões: o jogador foi apresentado na Turquia e o clube [que se chama Bucaspor e não Bursaspor, que é outro clube da primeira liga turca] e não contactou o Rio Ave? O jogador não informou o clube turco de que tem contrato assinado com o Rio Ave? Acordos pessoais entre jogadores e o presidente ASC? Os turcos não querem pagar a cláusula de rescisão? Carlos regressa? [até há cinco dias ainda era dado como certo por lá]O povo diz que o que nasce torto tarde ou nunca se endireita..., mas alguns esclarecimentos são indispensáveis)

7.6.10

10 dias sem uma notícia!

Obviamente que não nos guiamos pelo «site» (a informação sobre Cícero, a única relativa à próxima época, já tem barbas...) , mas já lá vão 10 dias desde as últimas informações confirmadas, neste caso as transmitidas pelo nosso presidente na entrevista!
10 dias é muito tempo, sobretudo porque as especulações são diárias. Uma delas, curiosamente, punha Henrique Maia a prometer novidades para o início da semana passada; a semana acabou e nós à míngua!

(o ideal é que o plantel estivesse fechado e com excelentes jogadores, mas o mais importante é que o Rio Ave consiga bons jogadores por valores aceitáveis; e isso até pode ser no último dia!)

12.5.10

(novidades da tertúlia): Os quatro que não renovam (ACT)

A tertúlia terminou há instantes e fica desde já a novidade avançada por Henrique Maia: Evandro, Mora, Bruno Mendes e Bruno Fogaça, que terminavam contrato, não vão renovar.

ACtualizo a 13/5 esta primeira informação deixada ontem à noite, com outras informações interessantes/importantes deixadas durante as duas horas de tertúlia:
- Mantorras recusou vir para o Rio Ave em Janeiro! (deve estar bem arrependido...)
- e por falar em reforços, Brito admitiu que a equipa teria alcançado os mesmos resultados sem os reforços de Janeiro (e confirmou-se que Nélson Oliveira é muito bem visto; já Filipe ALberto é aposta para a próxima época);
- próxima época: a direcção está a contar com João Tomás; os alvos para contratar estão identificados, assim o dinheiro que o Rio Ave tem para oferecer chegue (e foi dado o exemplo do Hugo Leal, que esteve para vir para Vila do Conde, mas que recebeu muito mais para ir para Espanha);
- Tiago Terroso vai renovar; Carlos deve continuar (Henrique Maia tem essa esperança e o João Ricardo contou que conversou com o jogador e que ele manifestou esse gosto);
- a saída de AVB: o facto de André sair sem que o Rio Ave ganhe qualquer coisa com isso (ou seja, sai porque está em fim de contrato) não é uma situação isenta de polémica, mas Henrique Maia explicou que mesmo que houvesse contrato o Rio Ave não 'cortaria as pernas' ao capitão;
- Brito confessou que na primeira volta acreditou que a Europa era possível, mas também explicou - muito bem! - porque é que o clube não se pode candidatar a esses lugares (por razões financeiras); Brito reconheceu que gostaria de ter ficado nos dez primeiros lugares, objectivo para a próxima época;
- por falar em UEFA, Henrique Maia reconheceu que a não inscrição foi um erro que a Direcção assume e que não se voltará a repetir; ainda assim, quer Brito quer Gaspar admitiram que essa notícia não teve qualquer impacto no comportamento da equipa;
- Carlos Brito confessou que Fábio Faria chorou, como uma criança, quando soube que não jogava no domingo;
- Gaspar disse uma coisa muito interessante, a fixar: na generalidade dos clubes os jogadores da terra são mal vistos ou ignorados; em Vila do Conde é completamente diferente. Fiquei orgulhoso com esta frase de Gaspar!

(se me lembrar de mais alguma coisa voltarei a actualizar, mas há mais relatos aqui, aqui ou aqui)

6.5.10

Carlos Brito renovou (ACT)

Para os nossos leitores não é novidade (foi em fevereiro que pela primeira vez se pediu, aqui, essa renovação), mas a RR acaba de avançar com a informação de que Carlos Brito renovou por uma época.

PS - a decisão estava tomada há muito mas os dirigentes acharam melhor guardar o anúncio. A ausência de Henrique Maia também pode ter condicionado o 'timing'. Mas o que não pode acontecer é, como no ano passado, os jogadores irem de férias sem saberem o que lhes vai acontecer, nomeadamente os que não continuam! Esta direcção tem cometido alguns erros de principiante (este é apenas um exemplo, o mais recente), que se justificam porque todos os cometemos na primeira vez; na segunda já é incompreensível.

ACTualizo: Brito iniciará mais uma época na primeira liga como o treinador em funções com mais jogos oficiais. E será a 10ª temporada em Vila do Conde. Já uma vez escrevi (e é polémico, eu sei, por causa de Félix Mourinho) que Brito é o treinador mais marcante da história do nosso futebol profissional. A cada ano que passa isso fica mais claro.  

27.4.10

Não marca golos, mas está sempre em jogo!

Há um nome que passou despercebido ao longo da época que agora termina: o vice-presidente para o futebol, Henrique Maia.
Este mandato, que se aproxima do fim, foi a sua estreia no dirigismo desportivo de alto nível e não se podia esperar estreia melhor. É certo que não foram dois anos fáceis ao nível do relacionameno directivo, mas Henrique Maia soube resistir. Tem estado sempre com a equipa e tornou-se um elemento-chave no departamento de futebol (foi, ao mesmo tempo o director desportivo, que está tanto na moda, e vice-presidente, assumindo as respectivas responsabilidades).
Estabeleceu em dois anos uma relação de grande proximidade com muitos dos jogadores e com a equipa técnica, mostrando segurança, bom senso mas sobretudo um enorme rioavismo.
Discreto, nunca saiu da sombra.
Mas tenho a certeza de duas coisas:
- que uma percentagem do sucesso alcançado esta época também é seu;
- que se não continuar na próxima direcção vai ser difícil de substituir;
Para já está a preparar intensamente a próxima época.

29.3.10

Hoje de manhã houve treino (ACTx3)

Não houve folga. De castigo ou porque o próximo jogo é já na sexta?

ACTualizo: «Ao contrário do que costuma ser habitual, no treino desta segunda-feira do Rio Ave quem mais trabalhou foram os titulares da partida de ontem (derrota com o Olhanense por 5-1) e não quem ficou de fora desse jogo. Corrida e bastantes exercícios foram o mote do treino de Carlos Brito. No final, Henrique Maia, diretor desportivo, reuniu-se no centro do relvado com a equipa técnica e o capitão, Gaspar, estando à conversa durante longos minutos» [Gaspar, capitão? Não é Vilas Boas? *] «no final do treino, ainda ouviram palavras que certamente não foram muito amigas da parte do director desportivo, Henrique Maia»

[ACTualizo: Apontei aqui, recentemente, o facto de vários sites reproduzirem acriticamente as infomações da nossa página oficial, demitindo-se da sua função de jornalistas, de reportar o que acontece; hoje tivemos um exemplo ao contrário, um exemplo positivo, portanto. Aquilo de que falam os sites referidos neste texto sobre a conversa de Henrique Maia com o plantel não consta da informação oficial, que é muito seca. Não vou discutir se o site deve ou não referir esses pormenores, sei é que os jornalistas têm essa obrigação; hoje fizeram-no e registo! Vejam, em alternativa, como o relato de A Bola relativo ao treino desta manhã e também o do Jogo se limitam a copiar o que diz o site, omitindo portanto informação relevante, já depois do Record ter contado muito mais coisas]

ACTualizo a 30/3: só para que não fiquem dúvidas, procurei saber mais e Vilas Boas é o capitão, Mora, Evandro e Gaspar subcapitães. Gaspar não esteve na conversa na qualidade de (sub)capitão, mas como elemento do plantel, que decidiu juntar-se à conversa.

25.1.10

Dos nossos jogadores

Eu, que sou fã eterno do Miguelito, lamento que a carreira dele esteja num mau momento: vai ser emprestado pelo Marítimo (onde joga pela equipa B) ao Belenenses!
(Miguelito - tu és grande e vais dar a volta por cima; Caro Henrique: vendendo Sílvio, Miguelito poderia voltar!)

Já agora, ontem mais um jogo curioso na segunda B: Vizela (com André Serrão a titular) e Vianense (com Pedro Coentrão e Bruno Graça a titulares) empataram; e o Vizela (de Daniel Ramos) cada vez mais longe do primeiro lugar.