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21.5.19

10ª Tertúlia Rioavista - Gaspar, o primeiro Rei do Ave

Connosco, o primeiro Rei do Ave, Gaspar, um prazer 10 anos depois.


- o Rio Ave foi muito marcante na carreira, foram 5 anos com as cores do clube, onde foi capitão;
- segue o clube de perto e joga nos veteranos;
- as aplicações de futebol que tem no telemóvel têm todos os alertas para os jogos do Rio Ave;
- Gaspar recordou que o Rio Ave foi uma paixão que começou logo nos juniores, mas que não foi possível na altura assinar contrato com o clube;
- Gaspar mesmo já não estando no clube sente que o crescimento do Rio Ave continua e sente-se muito contente com isso.
- profissionalmente Gaspar está agora ligado a outra paixão, a metalomecânica e perspectiva continuar ligado a essa profissão que o faz sentir-se realizado.

6.3.18

Gaspar volta a vestir a camisola do Rio Ave

Gaspar, o central goleador, que foi o primeiro Rei do Ave, voltou a vestir a nossa camisola, agora alinhando pelos veteranos.
(foto: Rio Ave FC)

13.5.16

Em semana de Reis, aqui estão novidades do nosso primeiro

Gaspar, o central-goleador, que foi o primeiro Rei do Ave.
"o ex-jogador produz peças para diversas indústrias com o auxílio de um moderno centro de maquinação. (...) Atualmente, a semana é passada na fábrica que se situa nos arredores da Trofa, onde habita. Os turnos podem começar às 6 da manhã, o salário não se compara aos rendimentos como jogador mas nem isso faz o quarentão perder o sorriso fácil".
(um abraço para Gaspar)

20.12.14

Um Rei pago em presuntos!

Gaspar voltou a  jogar futebol, na segunda divisão andaluza!
A contratação teve pormenores caricatos.
(gostava de ver um Rei do Ave noutro nível, mas o que importa é que esteja feliz!)

16.9.14

«Carlos Brito foi o verdadeiro engenheiro, arquiteto, do Rio Ave europeu»

Confirma-se o adeus do nosso primeiro Rei, Gaspar, ao futebol.
Entrevistado pelo Maisfutebol faz esta afirmação:
«Carlos Brito foi o verdadeiro engenheiro, arquiteto, o que lhe quiserem chamar, do Rio Ave europeu. Com o seu trabalho, tornou este clube mais sólido para encarar o futuro com outra chama e glória. Deve-se dar mérito a quem o merece e o mister Carlos Brito merece-o por inteiro»

19.8.14

Gaspar, o primeiro Rei, abandona o futebol?

Depois de uma época no Varzim, e aos 39 anos, não há notícias de que Gaspar volte a jogar futebol.
Foi o nosso primeiro Rei e alguém que recordo como um profissional extraordinário.
PS - outro Rei que está sem jogar, este há meia época, é Tomás.

30.6.13

Um Rei do Ave no Varzim! (ATUAL.)

Gaspar vai jogar no Varzim na próxima época.

(E Pateiro vai jogar no Académico de Viseu, da 2ª Liga)

17.4.13

A grave lesão de Gaspar em 2011

«O Maisfutebol noticiou nesta terça-feira a existência de mais de 50 processos do género: jogadores reclamam pensões por Incapacidade Permanente Parcial. Entre os cinco casos a que o nosso jornal teve acesso, um deles foi desfavorável ao atleta: o de Gaspar. O defesa central contraiu uma entorse com lesão do menisco a 29 de setembro de 2011, ao serviço do Rio Ave. O exame realizado para o efeito apontava para uma incapacidade de 8,153 por cento, mas o tribunal acabou por decidir contra o jogador» (...) «Fiquei sem parte do menisco, não consigo dobrar bem o joelho e isso afeta a minha vida desportiva mas não só. Não posso por exemplo colocar-me de joelhos para brincar com os meus filhos. Tive de mudar muita coisa desde essa altura»

19.1.13

Ainda a entrevista de despedida de Tomás

Ouvida entrevista de Tomás a Paulo Vidal, gostava de recuperar um assunto abordado pelo goleador: as duas intervenções públicas que teve, em momentos menos bons da equipa, no sentido de despertar consciências (além dessas, ainda houve mais esta e esta).
Essas duas intervenções, sobretudo a primeira (a segunda foi esta), foram mal digeridas, nomeadamente por Carlos Brito (penso que posso divulgá-lo agora) e imagino que tenham trazido alguns dissabores ao jogador.
Em campo, Tomás foi - goste-se ou não da personalidade - um campeão.
Fora, pelo menos a este nível, Tomás também merece elogios.


3.7.12

Gaspar no Covilhã

Nem Aves nem Trofense (este, quase a fechar portas), Gaspar vai (fazer mais uma época) para o Covilhã.
Não é certamente o que o nosso antigo capitão mais desejaria para continuar a carreira, mas nada impede que tenha muitos sucessos. Do lado rioavista os votos são os de sempre: que tudo lhe corra bem!

22.5.12

Gaspar confirma a saída

Gaspar confirma hoje no Record que não vai continuar no Rio Ave, como já se ia percebendo.

Mas, segundo se deduz da notícia, vai continuar a jogar futebol e até, quem sabe, na primeira divisão*. «Ainda tenho muito para dar ao futebol», diz. Sobre as razões da saída há uma frase que esclarece alguma coisa: «Felizmente há pessoas que não olham para os jogadores apenas como fonte de rendimento».

O meu comentário: ninguém ficará surpreendido com a saída Gaspar, embora a sua permanência também não fosse total surpresa! Incoerente? Penso que não. Do ponto de vista meramente futebolístico, precisamos de novos centrais e Gaspar já não é exatamente o mesmo que há dois anos foi o melhor jogador da temporada (nota-se sobretudo falta de velocidade). Cumpriu quando foi chamado? Sim. E ainda fez bons jogos pelo Rio Ave. Não seria titular esta época mas talvez fosse útil. Outra questão diferente, e que tem de ser uma prioridade no Rio Ave, é a necessidade de ter sempre meia dúzia de jogadores jovens 'no mercado', coisa que falhou esta época. Em resumo: foram cinco épocas, 128 jogos pelo Rio Ave, quase sempre como capitão, e só temos de estar gratos pelo que Gaspar fez com a nossa camisola. Ao contrário de outros que agora estão de saída, Gaspar deixou a sua marca! E não nos vamos esquecer dele.

* a notícia também diz que pode ficar na Liga de Honra; dois clubes são prováveis: o Trofense, ao pé de casa, e o Aves, que o quis contratar há dois anos.

21.5.12

O novo capitão é... Tomás?

Com a saída de Gaspar*, de Zé Gomes e a dúvida sobre André Vilas Boas, Tomás será o novo capitão de equipa?
Em primeiro lugar, muito depende de qual será a interpretação do novo treinador; se NES vai indicar o capitão ou deixará que os jogadores votem (mas com mais de dez novos, como saberão em quem votar)?
Depois também dependerá do perfil de alguns que virão (e da manutenção de Vilas Boas).
Mas Tomás é o principal candidato.
Pensando nas duas principais características que um capitão deve ter (capacidade de liderança e respeito dos colegas), acredito que pelo menos a segunda Tomás terá. (tal como Vilas Boas, aliás)
(Dezembro de 2010: a estreia de Tomás com a braçadeira de capitão)

* Não há confirmação oficial, apenas o que se vai lendo quer nos jornais quer no Facebook.

17.5.12

Gaspar de saída (e outras notas)

Zé Gomes já sabíamos, Paulo Santos não é novidade, mas a saída de Gaspar, pelo que ainda fez ao longo desta época, merece uma nota de destaque. «Ao que tudo indica, os três pretendem prosseguir as respetivas carreiras noutros clubes, estando agora no mercado, sendo que todos poderão ser contratados a custo zero»

Falta agora saber o que vai acontecer a outros jogadores em final de carreira como Bruno China, Huanderson, Jorginho, Éder e Tarantini.
Os casos de China, Huanderson e Tarantini são mais relevantes, porque foram muitas vezes titulares, sobretudo os dois últimos.
De Huanderson já ouvimos dizer que estará de saída (embora o Record de hoje diga que é para continuar), de China e de Tarantini nada se sabe.
Acho Huanderson um bom guarda-redes, sem ser um fora-de-série; acho que Tarantini pode ser útil, mas não o vejo nem como titular num Rio Ave forte nem como um jogador determinante; não gosto do estilo muito suave de Bruno China; prefiro um trinco raçudo como Wires (ou Vilas Boas), mas são gostos.


14.5.12

Huanderson de partida?

O Record de hoje fala em «remodelação profunda» no plantel, avançando vários nomes.
Uma das surpresas é a eventual saída de Huanderson, segundo o jornal; Gaspar é outro que o Record diz poder sair («muito provável»), juntamente com Jorginho.
O que penso é isto.

13.5.12

Os cinco golos do FC Porto explicados

Primeira nota: a culpa não pode ser exclusivamente da defesa, porque se o meio campo, por exemplo, não trava o adversário e conquista a bola, e os jogadores do FC Porto aparecem isolados, os defesas não fazem milagres; é o caso do primeiro golo; da mesma forma, se os elementos do ataque, sobretudo os extremos, não pressionam (e Atsu e Kelvin não o fazem) então fica mais dificil.
Mas há erros da defesa, sem dúvida (falta de velocidade, de concentração e de agressividade).
No segundo golo, Vítor Gomes não segura, Jean Sony chega atrasado, Gaspar não teve velocidade e Jeferson parece estar desatento
No terceiro, é Bruno China quem perde a bola para Varela e James Rodriguez passa por Jeferson
No quarto,  Gaspar não corta e Kleber passa facilmente por Jeferson
Finalmente, o quinto:  André Dias deixa Hulk escapar, Gaspar não tem pernas para Kleber
Huanderson não tem culpas diretas em nenhum golo, mas quando nos lembramos de Cássio na semana passada percebemos que por vezes os guarda-redes podem fazer a diferença; como Huanderson já fez esta época duas ou três vezes mas não fez ontem

PS -ou então esquecem tudo e a explicação é apenas esta: os jogadores do FC Porto são melhores e quando assim é não há nada a fazer; eu não acredito que seja só isso, mas...

8.5.12

Tomás, Gaspar e Zé Gomes de partida?

É pelo menos o que deixa entender A Bola de hoje.
Sobre Tomás, já disse o que penso: parece-me que continua igual ao Tomás de sempre; relativamente a Gaspar, talvez até possa ter um lugar na equipa, mas precisamos de dois centrais novos, para poderem jogar a titular; finalmente Zé Gomes: se decidir retirar-se merece uma homenagem pela dedicação ao Clube.

24.4.12

Gaspar é o rei do Ave semanal

Gaspar foi o mais pontuado da semana, com 27 pontos.
Mais um do que Vítor Gomes e China.
E mais dois do que os 25 de Atsu e Jeferson.
Kelvin, suplente, somou 24, muito mais do que os 18 de Tomás e Yazalde, titulares.

23.3.12

Gaspar e os bloqueios

Gaspar falou à Antena 1 e o Record reproduz as suas palavras. E falou de uma questão que não envolve directa e presentemente o Rio Ave: os bloqueios que têm sido o mais recente tema de discussão entre Porto e Benfica.

Como não consegui ouvir as declarações de Gaspar, espero que a rádio paga pelos nossos impostos rioavistas lhe tenha feito perguntas sobre o Rio Ave Futebol Clube.

9.3.12

Para ajudar ou confundir Brito

Éder e Jeferson estiveram presentes em 4 das 5 vitórias do Rio Ave e Gaspar em 2.
Eis as parelhas das vitórias:
Leiria: Jeferson e Éder
Nacional: Jeferson e Éder
Gil Vicente: Jeferson e Éder
Paços: Jeferson e Gaspar
Olhanense: Éder e Gaspar
Beira-Mar: Vilas Boas e Éder.

Vilas Boas quando foi central ganhou... com Éder. Sendo certo que todas as parelhas (excluo Vilas Boas que foi uma solução de recurso) têm vitórias, a mais vitoriosa é a composta pelos dois centrais brasileiros. Que quer isto dizer? Depende da perspectiva. São apenas números. Brito tem a palavra e nós o que queremos é que escolha bem.

8.3.12

«Havia quem dissesse que o Rio Ave não jogava nada»

Já elogiei Gaspar muitas vezes (e de uma forma geral sempre demonstrei a minha admiração pelo seu percurso em Vila do Conde, até porque foi o nosso primeiro Rei!), mas também não posso deixar de o criticar quando acho que não está correto: «Havia quem dissesse que o Rio Ave não jogava nada». Havia quem dissesse? O Rio Ave em vários jogos não jogou realmente nada! O que não impede - e todos o desejamos - que passe a jogar um pouco mais ou mesmo muito mais.

E não estou aqui a criticar Gaspar por me dar gozo; pelo contrário. Até pensei duas vezes se não deveria deixar passar. Não posso é ignorar o quanto os rioavistas sofreram este ano; não posso ignorar a quantidade de desilusões que tivemos, os quilómetros que muitos de nos fizeram (fizemos) de regresso dos estádios, quase sempre a levar no pelo. Foi e está a ser uma época de sofrimento. Que está cá dentro e não passa facilmente.